"E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará" - Jo 8:32

domingo, 21 de outubro de 2018

Encontrados ovos de dinossauro com embriões no sul da Argentina

Foram encontrados ovos de dinossauro com embriões dentro com 70 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. O lugar em que foi descoberto fica na província patagônica de Neuquén, na Argentina, por pessoas locais, informou a mídia argentina. Os ovos foram encontrados por um criador de ovelhas na área chamada Auca Mahuevo, perto da Aguada San Roque, 160 quilômetros a noroeste da cidade de Neuquén. Eles são semelhantes aos encontrados em 1997 em outro ponto da província do sul, disse a diretora provincial do Patrimônio Cultural de Neuquén, Claudia Della Negra, à agência estatal Télam.

“Auca Mahuevo é um lugar onde os ovos de dinossauros aparecem em ninhos, por sua vez associados a esses restos aparece a fauna, animais que eram aqueles que comiam os ovos”, disse o funcionário. [...]

A pesquisa recebeu contribuições da National Geographic, do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (CONICET) e da província espanhola de Zaragoza.

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Como sabemos como eram os dinossauros ?


Se fosse possível isolar artistas em uma sala privada do resto do mundo e pedir para que representassem graficamente animais que existem baseados em partes dos seus esqueletos, que resultado teríamos? Como será que representariam animais como rãs, alces, cangurus ou até mesmos tartarugas? Será que acertariam os aspectos ímpares dos camelos, ou de cabras alpinistas, ou de leões marinhos gigantes? Por meio da paleoarte os artistas misturam diversas técnicas artísticas, como a escultura e a pintura, com a paleontologia, de forma a dar vida a animais de um mundo "pré-histórico" que, de outra forma, permaneceriam abstratos demais para os leigos, existindo apenas na imaginação dos cientistas que os estudam. 


Desenho inspirado em animais contemporâneos

As réplicas e ilustrações são construídas a partir de ossos que geralmente têm marcas que indicam onde havia a inserção de músculos e ligamentos. Montando o esqueleto chega-se mais ou menos a uma semelhança de como era a musculatura do animal. O problema é que raramente o esqueleto está completo. Dessa forma, os paleoartistas utilizam-se de esqueletos de bichos semelhantes para completar por comparação o animal. A pele é reconstituída com os registros fósseis e então comparada com alguns animais atuais, como répteis que têm o mesmo padrão de pele. Finalmente é feita a coloração, por meio da dedução do ambiente onde o bicho viveu. 


Por meio de pinturas em cavernas, conseguimos identificar
que mamutes tinham uma corcova para reserva de gordura semelhante à dos camelos

Apesar de termos muitas informações para a reconstrução de como eram os animais "pré-históricos", muitas lacunas ainda permanecem e muitos erros estão sendo corrigidos à medida que as descobertas paleontológicas se sucedem. O artista de Istambul CM Kosemen, que sempre teve um interesse especial por dinossauros, diz que muitas ilustrações de dinossauros podem estar sem detalhes que o tornariam com características únicas. Kosemen diz: "Nosso mundo é cheio de animais únicos que possuem corpos gordurosos e agachados, com todos os tipos de características de tecido mole que provavelmente não sobreviveram em fósseis, como bolsas, barbilhões ou retalhos de pele. Pode até haver formas que ninguém imaginou."



Elefantes, zebras e rinocerontes pareceriam bem diferentes se
fossem interpretados da mesma maneira que os dinossauros

Por exemplo, havia dinossauros comedores de plantas que tinham armaduras de pangolim ou armaduras que não eram preservadas no fóssil. Também poderia haver dinossauros com penas de porco-espinho. Raramente vemos esse tipo de variação nas representações dos dinossauros. De muitas maneiras, há uma certa uniformidade na maneira como pensamos nos dinossauros, o que cria alguns vícios de imagem nos desenhos atuais. Um de seus principais pontos de discórdia é o modo como consideramos cabeças de dinossauros. A referência sempre foi crocodilos e a coisa mais importante são os dentes e a gordura facial. Eles sempre têm um sorriso estranho com apenas alguns dentes visíveis. A maioria dos animais tem lábios, gengivas e pedaços de gordura facial que alteram o perfil da cabeça e cobrem os dentes. Mas em muitas ilustrações de dinossauros predatórios, esses detalhes geralmente estão faltando, fazendo com que pareçam com aspecto agressivo e feroz.


Cabeças de dinossauros: dentes e músculos são inspirados, na
maioria das vezes, em répteis como o crocodilo

Alguns fósseis mostram sinais de pelos, o que, segundo Kosemen, pode levar artistas a ilustrar suas criaturas com pelos apenas nas partes em que foram encontradas em um fóssil. No entanto, é possível que alguns dinossauros tivessem muito mais pelos do que geralmente é mostrado. "Imagine se você encontrasse um guaxinim, e apenas metade da cauda estivesse coberta de pelos; então você leva isso para uma reconstrução viva." 


Como um esqueleto de babuíno poderia ser interpretado pelos futuros paleoartistas

Um problema semelhante ocorre com a tendência relativamente recente de dar penas aos dinossauros. Embora seja uma boa maneira de adicionar um pouco de cor e talento a uma ilustração, a localização e a extensão das penas de dinossauro geralmente se baseiam mais na fantasia do que em qualquer realidade passada. Sobre isso Kosemen diz: "Temos penas de asa cheia em erupção de lugares distintos na cabeça. Ou coisas como um dinossauro de raptor pulando como um ninja e suas penas estão saindo de seus cotovelos ou articulações do joelho ou aquelas coisas estranhas."


Ilustração de um hipopótamo baseada em seu esqueleto

Há também a prática em que um artista transfere a paleta de cores das penas de um pássaro vivo para um dinossauro. Dada a diversidade e as colorações únicas que pertencem a variedades únicas de aves, é improvável que qualquer dinossauro compartilhasse os mesmos matizes. As penas da cabeça de um pato-real só existem uma vez na natureza. Não há como, no mundo, a roupa de um pássaro ser replicada em um dinossauro no passado.


Cisnes ilustrados como se fossem dinossauros sem penas

Outro problema está na área da proporção. Há uma tendência de exagerar a cabeça e as garras dos dinossauros. Certamente muitos dinossauros tinham grandes garras e temíveis cabeças, mas em muitas fotos parecem ser quase um cartoon. Claro que o desenhista usa de sua "licença artística" para tornar o desenho mais "comercial" e mais atrativo. Afinal, dinossauros são legais. Mas sempre temos que ter um pé atrás com essas representações. Como vimos, estamos sujeitos a erros e não temos todos os elementos desse quebra-cabeça. Quem sabe, um dia conheceremos esses maravilhosos animais e enfim saberemos de fato como eles eram...

(Alex Kretzschmar, Onze de Gênesis)
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Capacitação Homilética (Aula 2) - Apresentação eficaz


Apresentação eficaz

1 - A importância da apresentação eficaz
2 - Interpretação Oral Eficaz
3 - Comunicação Não Verbal Eficaz
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Capacitação Homilética (Aula 1) - 9 Lições do ministério de pregação de Jesus

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9 Lições do ministério de pregação de Jesus 1 - Pregar no Poder do Espírito Santo. 2 - Banhe o preparo e a apresentação de seu sermão na oração. 3 - Pregar a Palavra de Deus, em vez de opiniões 4 - Comunicar a graça de Deus 5 - Estar atento a sua audiência 6 - Usar uma declaração simples e memorável 7 - Usar repetição e reafirmação 8 - Encontrar Ilustrações Práticas 9 - Apelar por mudança radical de vida
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Capacitação Homilética (Aula 3) - 12 passos para o preparo de um sermão bíblico p...


12 passos para o preparo de um sermão bíblico poderoso

1 - Escolher a passagem da pregação
2 - Estudar sua passagem e fazer anotações
3 - Descobrir a ideia exegética do texto
4 - Criar sua própria ideia de pregação
5 - Determinar seu propósito
6 - Escolher o formato do sermão
7 - Reunir materiais de apoio
8 - Desenvolver sua introdução
9 - Desenvolver sua conclusão
10 - Gerar o manuscrito do sermão
11 - Internalizar o sermão
12 - Ouvir enquanto você prega
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terça-feira, 9 de outubro de 2018

A mulher que plantou 400 igrejas na China

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Huan considera que é fácil plantar uma igreja. Ela está segura do que diz, pois estabeleceu centenas de congregações na China! “É preciso apenas uma pessoa fiel, entregue a Jesus e que está disposta a consagrar sua casa e seu tempo. A pessoa não precisa de treinamento teológico formal. Somente precisa conhecer a história de Jesus”, afirma a missionária de 75 anos.
Ela plantou a primeira igreja em 1988, depois de compartilhar um material sobre o sábado com pastores de outra denominação. A congregação de mil membros se tornou adventista. Ela também relembra o caso de outra igreja que plantou em 1995 com apenas três pessoas que haviam frequentado a educação formal somente até o nono ano. “Discipulei essas pessoas, ensinei nossas crenças fundamentais e dei a elas livros de Ellen G. White. No primeiro ano, elas batizaram 14 pessoas. A igreja começou a crescer e agora tem 400 membros”, comemora.
Huan, nome fictício para preservar sua identidade, perdeu a conta de quantas congregações estabeleceu nos últimos 30 anos. Mas seu filho, que é pastor, estima que foram pelo menos 400. Nesta pequena entrevista, adaptada do site da Adventist Mission, a missionária fala de sua experiência com Deus e de como procura testemunhar de sua fé na China, país que receberá parte das ofertas mundiais arrecadadas no último sábado (29 de setembro) para o plantio de uma igreja de período integral .
Você teve experiências marcantes com Deus. Como você se relaciona com Ele?
Sempre que acontece alguma coisa, meu instinto é orar. Ao acordar, também agradeço a Deus pela vida e por Sua graça que se renova a cada manhã. Sou muito grata por ter vivido mais de 70 anos. Já vivi mais que meus pais juntos. Também peço a Deus que me dê o Espírito Santo, e oro para que eu me renda à Sua influência. Eu oro para que Deus me ajude a viver para Ele. Minha oração matinal é de apenas cinco minutos. Eu não oro por horas. Costumo interceder por pedidos de oração, mas faço isso ao longo de todo o dia. Sempre que me lembro de alguém, oro em favor dessa pessoa. Uma prece que faço ao longo do dia é: “Senhor, tem misericórdia de mim!”. Sempre que oro, sinto Sua misericórdia. Uma vez plantamos uma nova igreja, mas não tínhamos dinheiro suficiente para pagar a eletricidade e a água. Precisávamos de 8.000 yuans (cerca de 1.150 dólares) por mês, e as ofertas só totalizavam 5.000 yuans. Minha primeira reação foi usar minha própria renda para cobrir a diferença de 3.000 yuans. Mas, se eu fizesse isso, não teria dinheiro para comer. Então, orei: “O Senhor nos trouxe para esta nova igreja. Então, nos ajude com as despesas”. Dois dias depois, uma mulher de outra cidade enviou 5.000 yuans, valor suficiente para pagar todas as despesas da manutenção do templo. Desde então, sempre conseguimos cobrir as despesas dessa congregação adventista.
Como você lê a Bíblia?
Eu gosto de conectar textos bíblicos e ler o conceito como um todo. Por exemplo, Jesus disse aos seus discípulos em Mateus 16:24: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me” (NVI). Muitos cristãos pensam que tomar a cruz se refere à penitência. Mas Gálatas 2:20 diz: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. Por que nós carregamos a cruz? Esse versículo explica o significado. Paulo quer dizer que precisamos ser crucificados com Cristo e permitir que Ele viva em nós. Esse texto se conecta com Romanos 6:6, que diz: “[…] nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado”. Ou seja, temos que pregar nossos pecados à Cruz. Para viver em Cristo, precisamos viver uma nova vida em Cristo. A história de Nicodemos relatada no capítulo 3 de João ilustra a experiência do novo nascimento e, por sua vez, o apóstolo Paulo afirma que, para termos vida nova, precisamos ser crucificados com Cristo. É isso que significa nascer de novo. Em João 3:30, lemos a seguinte afirmação de João Batista: “É necessário que ele cresça e que eu diminua”. Precisamos permitir que Jesus cresça e que nossas paixões e desejos diminuam. Isso é carregar a cruz e ter vida nova em Cristo. Então, ao estudar a Bíblia, procuro relacionar textos e conceitos para ter uma ideia mais ampla do que a Palavra de Deus quer dizer. Também uso os escritos de Ellen G. White como ferramentas auxiliares. Descobri, por exemplo, que o melhor comentário sobre o livro de João é o livro O Desejado de Todas as Nações. Temos um recurso rico nos escritos de Ellen G. White. Nós só precisamos lê-los.
Como você testemunha de sua fé?
Quando uma prima confidenciou que queria se divorciar, eu disse: “Você precisa crer em Jesus”. Depois de algum tempo, ela desistiu de deixar o marido e se tornou cristã. Eu também compartilhei o evangelho com um tio, líder de governo. Ele disse: “Como alguém tão inteligente como você se tornou cristã? Deve haver algo de bom em se tornar um cristão”. Então, ele aceitou seguir a Cristo. Por vários anos, eu disse a outro parente sobre a bênção de ser cristã e hoje essa pessoa e seus familiares pertencem à nossa fé. Eu também compartilho Jesus com um grupo de amigos. Nos reunimos quase toda semana para conversar. Então, o que eu faço é simplesmente falar com as pessoas e compartilhar minha fé.
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DO ATEÍSMO AO CRISTIANISMO

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A história de transformação da mulher que hoje tem levado a mensagem adventista a milhares de chineses  
Por ter sido educada no ateísmo, desde cedo abracei a ideologia ateísta de justiça. Cresci com uma má impressão da religião. Eu acreditava que os líderes religiosos usavam a ideologia religiosa para oprimir as pessoas e que os crentes eram simplórios e supersticiosos. Eu pensava: “Sou comunista e ateísta. Não há como eu aceitar a religião dessas pessoas tolas”. Eu estava vivendo em um mundo ideal e era feliz. Mas depois de me graduar, em 1965, testemunhei pessoas sendo perseguidas. Eu não conseguia entender como poderíamos tratar as pessoas daquela maneira. Me senti enganada pela minha educação e parei de acreditar na ideologia ateísta. Então busquei satisfação na carreira profissional. Em 1988, meu marido e eu abrimos duas empresas e nos tornamos milionários. Não nos faltou nada, mas um vazio permaneceu dentro de mim. Eu não conseguia entender o que acontece quando as pessoas morrem. Os cristãos creem na eternidade e os budistas acreditam em outra vida, mas os ateus não creem em nada que vá além desta existência. Essa questão me incomodou tanto que eu comecei a praticar corrida para desestressar um pouco. Naquela época, meu marido começou a me agredir fisicamente e depois desapareceu. Seis meses depois, descobri que ele estava morando com outra pessoa. Esse foi um ponto baixo na minha vida. Minha ideologia ateísta e dinheiro tinham falhado comigo. Um amigo notou minha tristeza e me apresentou a um pastor da igreja dominical. O líder religioso disse: “Por que você não tenta Jesus? Quando você acredita em Jesus, Ele lhe dá felicidade e paz”. O pastor me presentou com uma Bíblia e me disse para memorizar o Salmo 139:23 e 24, que diz: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo que te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno” (NVI). Comecei a frequentar regularmente a igreja desse pastor e debati a Bíblia com ele. Mas o pastor não pôde responder à pergunta: “O que Jesus tem a ver comigo?” Para mim, Jesus parecia distante.
Um dia, depois de um culto, senti que Jesus estava tão perto que sabia dos meus pensamentos mais íntimos e ainda queria me resgatar. Eu contei ao pastor sobre minha experiência e ele disse que eu deveria confessar meus pecados. Naquela noite, ajoelhei-me na varanda do meu apartamento para orar e imediatamente comecei a chorar. Em lágrimas, eu perguntei a Deus: “Por que você me encontrou apenas agora? Eu tive que passar por tantos problemas. Por que você não me encontrou mais cedo?” Confessei meus pecados. Algum tempo depois, conheci outro pastor, que me deu uma cópia do livro O Desejado de Todas as Nações, de Ellen G. White, cofundadora da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O primeiro capítulo, que descreve o amor de Jesus, me impressionou imediatamente. Eu nunca havia experimentado amor assim. Chorei de alegria quando li o livro. A ideologia ateísta de veracidade, imparcialidade e justiça tinha falhado comigo, mas eu encontrei o cumprimento final da ideologia em O Desejado de Todas as Nações. Eu estava procurando amor e o encontrei nesse livro. Não muito depois disso, esse outro pastor me disse que o verdadeiro dia de adoração é o sétimo dia. Eu queria evidências. Então fui à enciclopédia e descobri que o sábado era o sétimo dia da semana. Acabei decidindo me tornar adventista. Comecei a adorar sozinha todos os sábados, tornando-me a primeira adventista na minha província chinesa. Mas eu não tive que adorar sozinha por muito tempo. Eu li um pequeno livreto chamado Defensor da Verdade, que fala sobre o sábado e havia sido feito pelos adventistas chineses para o povo chinês. Meticulosamente, fiz cinco cópias manuscritas do folheto e entreguei aos pastores da igreja que eu frequentava. Duas semanas depois, o pastor principal veio até mim e disse: “Irmã, acreditamos que o sábado é a verdade”. O resultado foi que toda a igreja, formada por mil membros, aceitou a verdade do sábado! Essa se tornou a primeira igreja que eu plantei na China. Vários meses depois, fui batizada na Igreja Adventista.
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Cigarros eletrônicos podem causar sérios danos pulmonares

Equipamentos podem levar à dependência do tabaco (Foto: Adventist Review)
O rápido aumento do uso de cigarros eletrônicos por adolescentes fez com que a Food and Drug Administration (FDA), agência federal dos Estados Unidos responsável pela proteção e promoção da saúde pública, considerasse proibir a venda de aparelhos a menores, manifestando a preocupação de segurança para os jovens usuários.
Ainda é necessário realizar pesquisas para entender melhor os efeitos adversos que esses dispositivos exercem sobre o corpo, mas muitos estudos já demonstraram inúmeros riscos de saúde em longo prazo que podem ser evitados.
Mais de mil empresas envolvidas na venda de cigarros eletrônicos nos Estados Unidos começaram a receber cartas de advertência da FDA alertando-as a parar de vender para menores, uma medida que pretende impedir o que o órgão está chamando de epidemia.
O que são cigarros eletrônicos?
Os cigarros eletrônicos, conhecidos também como e-cigarros, são dispositivos movidos a bateria que produzem um aerossol ao aquecer um líquido que normalmente contém nicotina – a droga viciante em cigarros comuns, charutos e outros produtos de tabaco, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
Esta epidemia tem o potencial de causar sérios problemas de saúde para usuários jovens e adultos, diz o pneumologista e dermatologista da Universidade de Loma Linda, Laren Tan.
“Os danos causados pelos cigarros eletrônicos, tanto em menores quanto em adultos, podem representar riscos à saúde que podem causar danos em longo prazo”, afirma Tan.
Os cigarros eletrônicos vêm em muitos formatos. Alguns se assemelham a cigarros de tabaco tradicionais e alguns imitam itens do cotidiano, como canetas ou pen drives. “Estes dispositivos não são regulamentados, por isso não se sabe se o tamanho do dispositivo afeta muito o grau de vapor consumido”, explica Tan.
A evidência
Devido a essa falta de regulamentação e por ser relativamente novo no mercado – teve início em 2006 na Europa e em 2007 nos Estados Unidos – Tan pontua que a evidência conclusiva necessária ainda está sendo coletada, já que há uma escassez de informações sobre os dispositivos. “Embora os dados sobre os danos ainda estejam disponíveis em muitas pesquisas independentes, alguns usuários acreditam que os cigarros eletrônicos não são tão prejudiciais quanto os comuns. No entanto, eles não são nada saudáveis para os pulmões”, sublinha o pneumologista.
“Geralmente, o que torna o consumo prejudicial para a juventude é a nicotina”, comenta Tan. “O que sabemos, e o que vários estudos mostraram, é que a nicotina em menores prejudica o desenvolvimento do cérebro.”
O marketing desses sistemas de fornecimento de nicotina é frequentemente visto como direcionado a um grupo demográfico mais jovem, com sabores como chiclete ou algodão-doce. Embora os sabores não sejam uma ameaça ao serem ingeridos, a inalação pode ter efeitos adversos.
“Sabemos que certos sabores de cigarros eletrônicos contêm diacetil, um produto químico ligado a uma doença pulmonar grave. A inalação de diacetil causa inflamação, irritação e pode levar a danos pulmonares permanentes ”, avalia o médico.
Uma publicação recente dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças observou que o componente metálico necessário para o funcionamento dos cigarros eletrônicos, que aquece o líquido e muda para um estado de vapor, libera pequenas partículas de metal junto com o vapor. Essas partículas são geralmente de metais pesados, como níquel, estanho ou chumbo. Quando inalados, esses metais danificam o tecido pulmonar e diminuem a resistência natural do corpo a infecções e cânceres.
Uma porta de entrada para o cigarro comum
O uso de vaporizadores pode ser uma porta de entrada para os adolescentes começarem a fumar cigarros comuns, dizem funcionários da Sociedade Torácica Americana. Além disso, aqueles que se iniciam no vício da nicotina com esses dispositivos são mais propensos a usar outros produtos do tabaco.
Segundo Tan, quase 10% de seus pacientes chegam dizendo que são fumantes de cigarro eletrônico. “Esses pacientes apresentam falta de ar, tosse e chiado no peito. Alguns deles já têm doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) subjacente, asma ou outra condição respiratória crônica”, afirma.
Ele ainda comenta que aqueles que têm tosse persistente, que têm maior produção de muco ou problemas respiratórios, podem estar mostrando sinais de lesão pulmonar.

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

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Sobre o Autor:

Jair Gomes Silva é aluno do curso de Teologia da Faculdade Adventista da Amazônia. Tem grande interece pela área da teologia histórica. Ama fazer evangelismos e ganhar almas para Cristo.