"E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará" - Jo 8:32

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Sábado - O presidente que guarda o sábado


Você já pensou como seria bom morar em uma cidade onde o prefeito foce cristão? E o que dizer de um país?

Jioji Konrote, 67 anos, membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, foi eleito presidente das Ilhas Fiji. Leia a notícia abaixo:

Pela primeira vez um adventista do sétimo dia se torna presidente de uma nação. Com 31 votos a favor e 14 contra, o general-de-divisão Jioji Konrote, 67 anos, membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia local, foi eleito pelo parlamento para um mandato de três anos no comando do país do Pacífico. A cerimônia de posse de Konrote, que exerce a função de ministro de Emprego, Produtividade e Relações Industriais, está prevista para ocorrer no próximo dia 5 de novembro.
Militar serviu ao país por 41 anos e foi estudante de Harvard
No anúncio oficial sobre a nomeação, o primeiro-ministro de Fiji, Frank Bainimarama, disse que o general adventista é “um modelo de lealdade, coragem e devoção como comandante militar, de honestidade e dedicação como ministro, e de tato e perseverança como um diplomata”.
Konrote tem um longo currículo como militar e diplomata. Ele é o único fijiano a ser nomeado comandante da Força Interina das Nações Unidas no Líbano e secretário-geral adjunto das Nações Unidas. Ele tem servido como o Alto Comissariado da ONU para a Austrália e Fiji, além de embaixador plenipotenciário para Cingapura. Em 2006, foi eleito membro do parlamento de Fiji e, desde então, tem servido como ministro.

O arquipélago é formado por 322 ilhas e um terço desse território é desabitado. As ilhas são montanhosas com picos que se erguem até 1.324 metros cobertos por florestas tropicais. O país possui pouco mais de 901 mil habitantes em uma área de 18.274 quilômetros quadrados.

A Igreja
A Igreja Adventista possui cerca de 25 mil membros nas Ilhas Fiji, que se reúnem em 260 congregações, de acordo com as estatísticas dos arquivos oficiais da sede mundial adventista. No país, no entanto, a religião predominante é o Metodismo, que tem mais de um quarto da população como membro. Em 1890, o primeiro navio missionário chamado Pitcairn foi construído e lançado à água em um projeto missionário da Igreja Adventista nas ilhas do Pacífico Sul. Saiu de San Francisco, nos Estados Unidos, no dia 20 de outubro.

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Enquanto muitos países recusam a bíblia e qualquer coisa ligada a Deus, é bom saber que existem lugares onde as pessoas possam ser governadas por verdadeiros servos de Deus.
Ore pelo novo presidente da Ilhas Fiji, e pelo presidente do seu país também.
Que Deus os abençoe!
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Selo da época de Davi é encontrado em Jerusalém


Um garoto de apenas dez anos encontrou um objeto que pode ser uma das descobertas arqueológicas mais importantes do ano em Jerusalém. Trata-se de um selo que data da época do Templo de Salomão. Provavelmente, o artefato de 3 mil anos de idade tenha pertencido a uma personalidade importante, sendo usado para assinar documentos e cartas. De acordo com o Dr. Gabriel Barkay, um dos responsáveis pelas escavações que vêm sendo realizadas no local da descoberta, vários sinetes parecidos já foram encontrados em Israel. Contudo, este é o primeiro descoberto em Jerusalém. Todos esses sinetes datam dos séculos 11 e 10 a.C., da época dos jebuseus e da conquista da cidade pelo rei Davi. Nessa mesma época ocorreu a construção do Templo, sob o reinado do seu filho, Salomão. O objeto foi descoberto em um aterro perto da Cidade Velha de Jerusalém. No fim da década de 1990, o local recebeu mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo. Na época, a Waqf, autoridade jordaniana que controla a chamada Esplanada das Mesquitas, autorizou uma escavação para uma entrada subterrânea para o local que é considerado sagrado pelos muçulmanos.

Em 2004, a Universidade Bar-llan criou, com o apoio financeiro da Fundação Cidade de Davi, o programa Sifting Project (Projeto Peneira) com o objetivo de realizar escavações arqueológicas no local. O projeto permite que voluntários também participem da escavação, o que explica o fato de um turista ter encontrado o selo raro.

Segundo Zachi Dvira, idealizador da iniciativa, mais de 170 mil pessoas já participaram das escavações. De acordo com ele, cerca de 50 por cento da terra retirada do Monte do Templo já foi analisada, resultando em centenas de cacos de cerâmica do século 10 a.C. e uma ponta de flecha de bronze, do mesmo período.

Palco de constantes disputas entre judeus e árabes, o Monte do Templo, área sob domínio do governo da Jordânia, ainda é um sítio arqueológico pouco explorado, conforme lembra o Dr. Gabriel Barkay. “O Monte do Templo é o mais delicado e mais importante sítio arqueológico no país e jamais foi escavado por causa da política. É uma incógnita, um pedaço de terra desconhecida”, conclui. 

Revista Adventista
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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Quem são as duas bestas de Apocalipse 13?


Em Apocalipse 13 encontramos duas bestas. A primeira emerge do mar (verso 1) e a segunda emerge da Terra (verso 11). Uma surge onde há multidões e a outra se levanta onde a população é esparsa. A profecia bíblica foi escrita em símbolos e existem algumas razões para isso: (1) Para que os perseguidores não destruíssem a mensagem profética. (2) Os símbolos servem de desafio ao leitor e desperta o interesse em descobrir o conteúdo. (3) A mensagem profética codifica a verdade criando um mistério que leva as pessoas a uma profunda reflexão. (4) Deus deseja que seu povo se unisse para compreender Sua mensagem.
Besta é um dos símbolos mais importantes e, para a compreensão do livro do Apocalipse, é fundamental. A solução do que significa vem de outro livro profético da Bíblia: Daniel. No verso 3 do capítulo 7 a Bíblia esclarece que besta é um poder ou reino que se levanta contra Deus e as Suas verdades. É um poder antagônico à verdade e que usa da mentira para enganar as pessoas.
Os versos de Apocalipse 13 avançam com diversos simbolismos, como: 10 chifres, sete cabeças, diademas ou nomes de blasfêmia. Todos eles relacionados com a besta que sobe do mar e que apresentam características que levam o leitor para compreender quem é a besta que sobe do mar.
Entenda mais o assunto com esses vídeos:

Todas as características da primeira besta apontam para um poder religioso, que é o mesmo poder que aparece em Daniel 7:25. A interpretação é a mesma para os dois símbolos. Por exemplo, o livro do Apocalipse diz que sobre as cabeças da primeira besta existem nomes de blasfêmia. A palavra blasfêmia, em grego, significa “difamação” quando dirigida a seres humanos e “discurso ímpio” quando dirigida a Deus. Esses nomes representam os títulos blasfemos que a besta assume por “cuidar em mudar os tempos e a lei” como apresentado pelo profeta Daniel.
A descrição da besta diz que ela “era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão” (Apocalipse 13:2). Os animais fazem alusão aos simbolismo de Daniel 7, o que confirma a relação entre os dois poderes opositores. A besta do Apocalipse possui características proeminentes de Babilônia, Pérsia e Grécia. João menciona os animais na ordem contrária que aparece em Daniel pela sua perspectiva histórica e não futurística como no caso de Daniel.
Por trás de tudo isso sempre esteve a mão do dragão que, depois de tentar destruir a igreja cristã através da perseguição, mudou a sua estratégia porque não estava conseguindo seu objetivo. Mesmo debaixo de intensos sofrimentos pela fé, os cristãos continuavam crescendo. Por isso, Satanás criou um sistema religioso com aparência de verdade, mas com todos os elementos da falsidade. Por trás de uma organização supostamente cristã, seria mais fácil difundir a mentira do que por um sistema declaradamente pagão.
Ferida mortal curada
Uma das cabeças da besta sofre um golpe de morte (Apocalipse 13:3), mas, segundo a Bíblia, “a ferida mortal foi curada”. Essa profecia foi cumprida em 20 de fevereiro 1798, quando o general Berthier, a mando de Napoleão Bonaparte, invadiu Roma e declarou o fim do domínio político do papado com a captura do Papa Pio VI, assim finalizando temporariamente a supremacia da Igreja.
Mas em 11 de fevereiro de 1929, houve a assinatura do Tratado de Latrão por Benito Mussolini e Pietro Cardinal Gasparri restaurou os poderes temporais do Papado. Desde então, o Papado trabalha para reconstruir a sua força política de outros tempos. Depois disso é que a profecia bíblica diz que “toda a terra se maravilhou”.
O mundo ficou surpreso como o poder papal voltou a viver e se surpreendeu, também, com as questões sociais, culturais, ambientais, políticas e morais que o Papado discute. O mundo está maravilhado em ver essa instituição adaptar seu discurso para alcançar as pessoas com carisma, simpatia e afeto.
Depois de todo o calor da visita do líder máximo da Igreja Católica aos Estados Unidos, o Life Way Research publicou uma pesquisa com 1.000 pastores de igrejas e detectou alguns dados interessantes que reforçam uma mudança na visão de que representa o líder máximo do catolicismo romano:
  • Quase 4 em cada 10 dizem que o papa, conhecido por sua humildade e preocupação com os pobres, têm tido um impacto positivo sobre as suas opiniões a respeito da Igreja Católica.
  • Quase dois terços veem o Papa Francisco como um cristão genuíno e “irmão em Cristo.”
  • Metade dos pastores protestantes valorizam opinião do Papa Francisco em questões teológicas.
Longe do protestantismo de alguns séculos, para muitos líderes de hoje o papa passou de “anticristo” para “irmão em Cristo”. Isso surpreendentemente confirma a profecia quando diz que a “terra se maravilhou, seguindo a besta”.
Enquanto o mundo aplaude o Papado, meu convite é para que os seus olhos se voltem para a Bíblia, a Palavra de Deus, e nela procure encontrar a revelação da verdade que é atemporal e universal.
O conselho bíblico é “Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros” (2Crônicas 20:20).
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O discurso do Papa no Congresso americano e as profecias bíblicas


A comunicação é muito mais estratégica do que pensamos. Por meio dela enviam-se mensagens que esperamos ser assimiladas. E aí vem o discurso. Para alguns linguistas, cientistas sociais e estudiosos de Comunicação, como Émile Benveniste, o discurso tem muito a ver com algo que sustenta uma ideologia. Ou seja, é baseado no conjunto de pensamentos e visões de mundo derivados da posição social de um grupo ou instituição.
Isso se aplica totalmente ao discurso feito pelo papa Francisco nessa quinta-feira, dia 24, no Congresso dos Estados Unidos da América. O discurso ganhou ares históricos, pois foi a primeira vez que o líder do Vaticano visitou o local. Além disso, é notória sua popularidade, inclusive entre os não católicos. Segundo uma pesquisa do The New York Times e CBS realizada no início de setembro desse ano, 45% dos entrevistados disseram que veem o papa como um líder e porta-voz humanitário para todos os povos independentemente de religião.
Essa popularidade se tornou evidente antes e durante o discurso do líder aos congressistas. Eram constantes os momentos em que os presentes levantavam e aplaudiam trechos da fala do cardeal Jorge Mario Bergoglio. Sua presença no local onde são elaboradas e votadas leis de uma das mais importantes e estratégicas nações do mundo provocou profunda atenção e reverência.
Antes de mais nada, minha análise tem a ver com comunicação e relação com outros contextos, inclusive o bíblico a respeito do fato. Não me proponho aqui a forçar interpretações e sou bastante contrário a alarmismos escatológicos do tipo que torna qualquer movimento do líder do Vaticano em uma clara evidência de que o mundo se aproxima do fim. Refiro-me principalmente a análises muito rápidas, precipitadas e que não levam em conta o contexto das profecias. Prefiro uma linha mais equilibrada.
O discurso
Francisco falou sobre diferentes temas, mas quero destacar alguns trechos da fala dele aos congressistas que são significativos e indicam alguns pensamentos e conceitos. O líder do Vaticano comentou que “nenhuma religião é imune ao extremismo ideológico” e criticou o chamado fundamentalismo religioso.
O temor dele e de outros líderes mundiais parece ser em relação aos pontos de vista extremistas de qualquer religião. Evidentemente visões desiquilibradas da religião, que levam até a morte de gente inocente, não são amparadas pela Bíblia Sagrada. No livro sagrado do cristianismo, o exemplo de Cristo, Paulo e outros apóstolos demonstra claramente a capacidade de contextualizar a mensagem para ser compreendida por povos de diferentes origens e realidades e não há registros de imposição dos ensinos.
Só que fundamentalismo não pode ser entendido como opinião diferente da maioria religiosa. Há um movimento liderado pelo Vaticano para uma união de religiões em torno de um bem comum, uma paz mundial, etc. Mas essa união não é em torno de uma busca pela prática dos ensinos bíblicos. É muito mais de fundo político.
Fundamentalismo talvez seja, ainda, um termo relacionado com os grupos que estão fora ou de alguma maneira não se harmonizam com esse trabalho de bem comum? Se for, tem tudo a ver com o capítulo 12 de Apocalipse. Ali, muitos estudiosos interpretam que temos a narrativa da perseguição à mulher (igreja em linguagem profética bíblica), mas não uma igreja qualquer e, sim, um movimento religioso que observa (ensina e pratica) os mandamentos de Deus (versículo 17). Movimento que, por sinal, não será seguido pela maioria, portanto não estará sujeito a qualquer tipo de coalização das grandes lideranças mundiais em torno de qualquer motivo que não seja ensinar exatamente os princípios diretamente extraídos da Bíblia. Essa perseguição é protagonizada pelo dragão (compreendido como Satanás), ou seja, ele é o grande motivador dessa intolerância.
A maneira como ele persegue está mais detalhada nos capítulos 13, 17 e 18, com paralelos em Daniel capítulos 7 a 9. Mas já se sabe, há muito tempo teoricamente e agora mais visivelmente, que se trata de uma perseguição que se vale de um sistema com rosto religioso e prática política capaz de forçar leis e meios para rechaçar qualquer outro tipo de ideia. E que ganha seguidores e simpatizantes de todos os lados a cada dia. É a tal da besta do Apocalipse ou o chifre pequeno de Daniel. É preciso estudar os textos que citei agora há pouco e compará-los à história do mundo para compreender claramente o tema.
Sobre a atuação das bestas, veja esse vídeo:



Por outro lado, é preciso entender o que o papa Francisco quis dizer, em seu discurso histórico, quando fala do “reducionismo simplista que só vê o bem e o mal”. Ou seja, não se pode distinguir tudo entre bem e mal, portanto há um pouco de bem e mal em todos os segmentos. Seria isso? Se for efetivamente, há um problema com o conceito bíblico de origem do mal (Gênesis 3), desenvolvimento do pecado e os resultados disso na vida humana de maneira prática (Romanos 3:9-18 e 5, 6 e 7) e o próprio significado do grande conflito espiritual presente em toda a Bíblia e confirmado em Apocalipse 12:7-12.
O papa Francisco frisou, ainda, aos atentos congressistas estadunidenses dois pontos já abordados anteriormente: a necessidade de cuidado do meio ambiente e a construção do bem comum de uma sociedade que sacrifica interesses particulares para apoiar as diferenças.
Os dois temas estão interligados, pois a última encíclica (Laudato si) assinada pelo pontífice tratou especificamente disso. Em essência, enfatiza a necessidade de preservar o meio ambiente para que a sociedade, como um todo, seja beneficiada. Nada de ruim em si nesse tipo de abordagem.
A questão, no entanto, é perceber que, por conta do histórico de discursos do Vaticano acerca dessas temáticas, esse bem comum tem total ligação com a estratégia de unificar as religiões em torno da liderança do Vaticano. A estratégia foi motivada pelos antecessores de Francisco e tem avançado sob seu pontificado.
E nesse ímpeto por unir todos sob a batuta do pontífice católico há algumas inconsistências com a narrativa bíblica. Um exemplo básico é que nessa encíclica, que fundamenta o discurso a favor da preservação ambiental, o domingo é apresentado como “o dia de cura das relações do ser humano com Deus, consigo mesmo, com os outros e com o mundo”. O detalhe, que na verdade não é apenas um detalhe, é que biblicamente não há qualquer referência ao domingo como um dia especial separado por Deus. A atribuição é exclusiva do sábado.
Boa retórica é o que se vê no papa, mas o discurso, sob o ponto de vista bíblico, sempre sofrerá uma análise mais crítica. Para pensar, refletir e verificar tudo isso em um contexto maior e mais profundo.
Vídeo com análise do colunista Michelson Borges:
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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Presidente dos Estados Unidos diz que não há espaço para cultos apocalípticos


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta segunda-feira (28), durante seu discurso na 70ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, que o Congresso levante o embargo de seu país contra Cuba. Washington e Havana retomaram relações diplomáticas este ano, após uma aproximação mediada pelo Vaticano. [...] Obama concentrou grande parte de seu discurso nos problemas causados por guerras e conflitos no mundo, falando principalmente da Síria. O presidente americano citou nominalmente Bashar al-Assad, ditador da Síria, chamando-o de “tirano”, que “joga barris de bombas contra crianças inocentes”. “Catástrofes como a vista na Síria não acontecem em países com democracia genuína”, disse sob aplausos. Segundo ele, a história mostra que os regimes que incitam sua população ao medo acabam caindo, mas que os regimes que investem em instituições democráticas duram. [...]

[Depois Obama disse também:] “Não há espaço para acomodar um culto apocalíptico como o Estado Islâmico e os Estados Unidos não dão desculpas para usar nosso Exército como parte de uma ampla aliança para ir atrás deles”, disse.

Obama disse que o mundo está vendo uma “erosão” dos princípios democráticos, e citou a crescente polarização e a criação de movimentos à extrema-direita e esquerda, sectarismo [espírito limitado, estreito, de seita], racismo e antissemitismo. Ele criticou essa polarização, que chamou de política do “nós contra eles”. [...]

Nota de Michelson Borges: Reveladoras as palavras do presidente norte-americano. Embora o Estado Islâmico deva mesmo ser combatido por causa das atrocidades que vem cometendo, não podemos nos esquecer de que existem outros grupos religiosos “apocalípticos” e que vêm sendo considerados “fundamentalistas” justamente porque levam a Bíblia a sério, permitindo que ela se interprete a si mesma. Ao criticar o “sectarismo” por considerá-lo antidemocrático, estaria Obama pregando algum tipo de uniformidade religiosa ecumêmica e liberal, tão defendida também pelo papa Francisco? É bom lembrar que o Vaticano aprovou recentemente (pela primeira vez na história) que seja usada força militar contra os terroristas islâmicos, considerando isso uma espécie de guerra justa (confira). É um cenário que abre precedentes preocupantes. No futuro, que outros tipos de cultos” poderão ser considerados um estorvo para a paz? Que tipo de perseguição poderá ser considerada justa? Quem viver verá... 
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O que você acha disso? Vaticano aprova uso da força contra Estado Islâmico


O embaixador do Vaticano nas Nações Unidas aprova uma ação militar contra o movimento Estado Islâmico no Iraque e na Síria, uma posição invulgar pois tradicionalmente o Vaticano opõe-se ao uso da força. Durante uma entrevista ao site católico norte-americano Crux, Silvano Tomasi disse que os combatentes do Estado Islâmico estão cometendo atrocidades numa escala enorme e que o mundo tem de intervir. “Temos de parar esse tipo de genocídio, de outro modo iremos questionar no futuro porque não fizemos alguma coisa, porque permitimos que acontecesse tal tragédia”, defendeu o arcebispo italiano. Silvano Tomasi referiu ser necessária uma “coligação bem pensada” para fazer tudo o que é possível para conseguir uma decisão política sem violência. “Mas, se isso não for possível, então o uso de força será necessário”, acrescentou. O papa Francisco já denunciou a “intolerável brutalidade” infligida aos cristãos e outras minorias no Iraque e na Síria pelos militantes do movimento Estado Islâmico.

Nota de Michelson Borges: Ninguém questiona que as ações praticadas pelos extremistas do Estado Islâmico são atrocidades que devem ser contidas. Mas, conforme já destaquei outras vezes, chama atenção essa atitude do Vaticano de aprovar um tipo de “guerra santa”. É como se o mundo estivesse sendo acostumado a uma “coligação bem pensada” para empreender esforços enérgicos, quando o assunto é conter “extremismos”, “fundamentalismos” e ameaças à paz e a união de todos.
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sábado, 15 de agosto de 2015

Fórum online sobre profecias


____________________ Matéria da REVISTA ADVENTISTA _______________________
Durante cinco dias de evento exclusivo pela web, internautas poderão tirar suas dúvidas sobre o tema
Entre os dias 8 e 11 de setembro, os internautas poderão tirar suas dúvidas em tempo real sobre profecias bíblicas na internet. Com o tema “O Último Império”, a série de evangelismo exclusiva pela web será promovida pela sede sul-americana da Igreja Adventista.
Buscando valorizar a interatividade, os organizadores do evento já abriram a possibilidade de os internautas participarem de uma votação que definirá os principais assuntos a ser abordados durante os cinco dias de evangelismo online. O espaço para as sugestões pode ser acessado aqui.
Quem responderá ao vivo as perguntas dos internautas será o pastor Rafael Rossi, diretor de Comunicação da Divisão Sul-Americana e apresentador da série de estudos bíblicos em DVD Apocalipse: o fim revelado. Ele vai conversar com os internautas por meio de chat, Twitter, Facebook e Periscope, esclarecendo questões referentes às profecias bíblicas que tratam do reino de Deus. As transmissões acontecerão a partir das 19h30, horário de Brasília, no site aovivo.adventistas.org. No portal sul-americano da igreja é possível encontrar mais informações e materiais relacionados ao evento. [Equipe RA, da redação / Com informações da ASN]
_______________ Matéria da DSA (Divisão Sul-Americana da IASD) _______________
Participe do evento mais interativo do ano!
De 08 a 11 de setembro você pode participar do evento desde a escolha dos temas abordados até o momento de divulgar entre todos os seus contatos, nas redes sociais. Como? Fique ligado!
  1. Você pode escolher os temas on-line! Durante as próximas 2 semanas abriremos uma votação para que todos possam participar da definição dos temas para o evento. Clique aqui: http://adv.st/pesquisaew15
  2. Baixe os materiais e junte-se a nós na promoção deste evento. Chame todos os seus amigos através das redes sociais!
  3. Acompanhe nossas redes sociais oficiais e fique por dentro das novidades que semanalmente apresentaremos!
  4. Uma das notícias mais legais é que neste #EvangelismoWeb você pode participar e tirar suas dúvidas com o nosso orador ao vivo! Você será um dos nossos convidados especiais. Tem Skype? Então inscreva-se neste link! Nossa equipe de produção entrará em contato com você e marcará a data da sua participação.
  5. Vamos sortear muitos prêmios! Está afim de ganhar algum? Acompanhe este evento e participe.
Não perca esta oportunidade de ser um evangelista através da internet, te esperamos via on-line! Acesse o site: www.adventistas.org/evangelismoweb
Hashtags do evento: #oultimoimperio


Nota do Levando Esperança:
Novas informações e atualizações sobre a Notícia, você poderá encontar a qualquer momento em www.levandoesperanca.com.br
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terça-feira, 11 de agosto de 2015

50 mil páginas de Ellen G White inéditas

O material foi lançado na última conferencia Geral da Igreja Adventista que ocorreu em julho de 2015 nos Estados Unidos.

Segundo os responsáveis pelo acervo literário da autora, o material ainda não havia sido disponibilizado porque citava nomes de algumas pessoas e seus respectivos problemas. Mas com a morte dos familiares dessas pessoas o material esta disponível para ser lido.

Veja essa e outras noticias no vídeo abaixo:

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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Quem são os Filhos e "Filhas de Deus" mencionados em Gênesis 6:2?



Os comentaristas bíblicos têm proposto pelo menos três interpretações diferentes para as expressões “filhos de Deus” e “filhas dos homens” em Gênesis 6:2. Alguns identificam, com base em uma antiga tradição rabínica, os “filhos de Deus” como anjos, e as “filhas dos homens” como mulheres em geral. Embora as Escrituras se refiram algumas vezes aos seres celestiais como “filhos de Deus” (Jó 1:6; 2:1; 38:7), isso não significa que este seja o caso em Gênesis 6:2, pois no mesmo contexto é dito também que as “filhas dos homens” tiveram filhos através de relações sexuais com esses “filhos de Deus” (Gn 6:4). Seria irônico admitir que anjos mantiveram relações sexuais com mulheres, uma vez que o próprio Cristo declarou que eles não “casam, nem se dão em casamento” (Mt 22:30; Mc 12:25; Lc 20:34-36).

Outros comentaristas procuram evitar as dificuldades da teoria anterior interpretando a expressão “filhos de Deus” como uma referência a filhos de príncipes, e a expressão “filhas dos homens” como uma alusão a mulheres das classes sociais inferiores. Mesmo que o rei Davi (II Sm 7:14) e os juízes do povo de Deus (Sl 82:6) sejam reconhecidos como filhos de Deus, não existe qualquer base bíblica para alegar que as expressões de Gênesis 6:2 surgiram uma distinção de castas sociais entre nobres e plebeus.

Uma terceira interpretação, bem mais coerente com o consenso das Escrituras, reconhece como “filhos de Deus”, em Gênesis 6, os descendentes de Sete, que eram homens tementes a Deus (Gn 4:25; 5:32); e como “filhas dos homens”, as mulheres incrédulas da linhagem de Caim (Gn 4:1-24). Tal união de crentes com descrentes é considerada, nesse contexto, como uma evidência de apostasia do povo de Deus (Gn 6:1-7). Esse mesmo tipo de união continuou sendo desaprovado tanto no Velho Testamento (ver Êx 34:15 e 16; Dt 7:1-4) como no Novo Testamento (ver II Co 6:14 e 15). Concordamos, portanto, com os comentaristas que vêem os “filhos de Deus” em Gênesis 6:2 como meros seres humanos tementes a Deus (contrastar com Gl 3:26; Ef 2:19; I Jo 3:1).
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domingo, 19 de julho de 2015

Qual foi o “sinal” que Deus colocou em Caim?




A marca de Caim (Gn 4:15)

Algumas pessoas têm sugerido, especulativamente, que o sinal que Deus colocou em Caim foi a cor negra, que acabou dando origem ao povo africano. Essa teoria, porém, é completamente destituída de fundamentação bíblica e de comprovação histórica. Para entendermos melhor o assunto, devemos reconhecer, em primeiro lugar, que esse sinal não foi um sinal de maldição, mas de proteção. Foi somente depois de amaldiçoado pelo assassinato de seu irmão Abel (Gn 4:8-12) que Caim recebeu de Deus sinal, “para que o não ferisse de morte quem quer que o encontrasse” (Gn 4:15). Devemos lembrar também que a raça humana pós-diluviana derivou dos três filhos de Noé (Gn 7:13; 10:1-32), que eram descendentes de Sete (ver Gn 5) e não de Caim, o que elimina praticamente a possibilidade da perpetuação de qualquer característica genética de Caim.

Quer esse “sinal” (hebraico ‘oth) tenha sido realmente uma marca visível colocada sobre a pessoa de Caim, como querem alguns, ou apenas um sinal a ele mostrado como garantia de proteção, como sugerem outros, o certo é que não dispomos de informações suficientes para identificá-lo mais precisamente. Isso significa que toda e qualquer tentativa de uma identificação exata desse sinal não passa de mera conjectura artificialmente imposta ao texto bíblico.
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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Delegados votam que divisões não podem autorizar ordenação de mulheres

Delegados tiveram de se registrar antes de votarPor 1.381 votos contra 977, os delegados presentes à Assembleia Mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia votaram que as 13 divisões não podem autorizar ordenação de mulheres ao ministério pastoral. O assunto já é debatido oficialmente em reuniões da Igreja desde o ano de 1990. Votaram 2.363 delegados. Houve cinco abstenções.
Antes de iniciar os trabalhos administrativos, o pastor Ted Wilson, presidente mundial da organização, pediu aos delegados que se manifestassem sobre o assunto com muita oração. Ele lembrou que, em 1990, a decisão da Assembleia foi por não ordenar mulheres. Em 2010, na reunião realizada em Atlanta, o assunto foi objeto de uma solicitação para que fosse mais uma vez apresentado. E o pedido foi aceito nessa Assembleia de San Antonio.
O vice-presidente mundial, pastor Michael Ryan, conduziu os trabalhos administrativos e explicou que a votação se daria com cédulas secretas. Todos os delegados tiveram seus registros checados para confirmar o número de presentes. Os registros oficiais dão conta de 2.500 delegados nessa Assembleia.
A pergunta objetiva feita aos delegados, para que respondessem sim ou não, foi se as divisões têm autorização para decidir sobre ordenação de mulheres em seu território.
Comitê de Estudos
Durante dois anos, teólogos de todo o mundo foram chamados para debate o assunto sob o ponto de vista teológico em um comitê chamado TOSC. As conclusões obtidas a partir desse debate foram apresentadas e votadas no Concílio Anual da Associação Geral da Igreja Adventista.
O coordenador desse Comitê, o pastor Artur Stele, um dos vice-presidentes mundiais, esclareceu que pelo menos três posicionamentos ficaram definidos após os estudos.
Segundo o pastor Erton Köhler, presidente da Divisão Sul-Americana, com essa decisão mundial a Igreja, para oito países sul-americanos, seguirá em harmonia com a decisão mundial e avaliará, por diferentes meios, na sua Comissão Diretiva, como ampliar a presença feminina na liderança das congregações locais e da sua própria organização. [Equipe ASN, Felipe Lemos]
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quinta-feira, 11 de junho de 2015

O que poderia ter sido, pode ser!


No ano de 1901 Ellen G. W. recebeu uma visão incrível que poucos conhecem.



Escrevo isso para os Adventista do Sétimo Dia (em breve farei matérias explicando quem é Ellen G. W.).



Para você que não é adventista e está lendo essa matéria clique Aqui! para conhecer um pouco do dom de profecia manifesto nos últimos dias.



Bem, então vamos da continuidade.



A cada cinco anos a Igreja Adventista organiza uma Comissão Geral para eleger novos lideres e votar alguns projetos. Em 2015, por exemplo, ocorreu essa reunião. Também em 1901 ouve uma reunião com o mesmo intuito.



Mas não era apenas mais uma Comissão Geral. Aquela poderia ter sido a última, mas não foi.



A IASD lançou um filme contando essa incrível história. E você acompanha agora:




A próxima ocorrerá em 2020.


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quarta-feira, 10 de junho de 2015

O milênio, a prova clara da justiça divina



Você já se deparou com um caso grave de injustiça? Já viu, leu ou assistiu um caso nítido de injustiça?

Certo dia eu estava assistindo TV quando me deparei com uma reportagem surpreendente: Um senhor passou 35 anos preso por um crime que nunca cometeu. Ele foi liberto, quando conseguiu provar sua inocência, e ganhou uma indenização de 1 milhão de dólares da justiça norte americana.

Vemos também em novelas e filmes, de todo o mundo, senas de julgamentos injustos. O culpado pelo crime fica impune e o "mocinho" vai para na cadeia.

Tenho certeza que, pelo menos uma vez na vida, você já ouviu algo do tipo: "A justiça de Deus nunca falha".

É sim, todos nós (cristão) cremos que Deus não ira errar em seus julgamentos. Ele nunca errou e não vai ser injusto inocentando o culpado e punindo o inocente. Nunca jamais! Deus é justo. Ele é tão justo que criou um período para que os seres humanos possam rever cada caso e perceber que o seu julgamento não foi falho.

Esse tempo é o milênio. Mas antes de continuarmos falando sobre o julgamento vamos conhecer (ou relembrar) o que é o milênio. Acompanhe o vídeo a baixo:



Compreendeu? Então vamos ver as implicações do milênio no julgamento divino.


"Vi tronos em que se assentaram aqueles a quem havia sido dada autoridade para julgar. Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos. Eles ressuscitaram e reinaram com Cristo durante mil anos.Apocalipse 20:4

Só para relembrar: o julgamento se divide em três partes:
INVESTIGATIVO - Cada pessoas será julgada conforme o que fez em sua vida.
COMPROVATIVO - Período onde será revisto todos os atos para reconhecermos que Deus não agiu com injustiça. A sentença já foi dada, e não sera mudada. (Esse julgamento será durante o milênio)
EXECUTIVO - Será executada a sentença da anteriormente. Para os aprovados no julgamento será dado a Nova Terra e para os reprovados o lago de folgo.
OBS.: A salvação é, e sempre foi, pela graça!

Deus nos ama de tal forma que nos dará um período de mil anos para nos explicar, detalhadamente, cada sentença dada.

"Felizes e santos os que participam da primeira ressurreição! A segunda morte não tem poder sobre eles; serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante mil anos." Apocalipse 20:6

Somente os que participarem da primeira ressurreição terão esse direito. Os que obedecerão a Deus e aceiram Jesus como seu Senhor e Salvador.

Deus quer que você possa desfrutar desse momento maravilhoso com Ele. Ele quer passar mil anos e toda a eternidade ao seu lado. Você só precisa aceita-Lo. Ele te ama e não a nada que você possa fazer para mudar isso.

Prepare-se, desde agora, para passar toda a eternidade ao lado de quem lhe ama de verdade.

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terça-feira, 19 de maio de 2015

MENSAGEM - O Poder das Palavras


“Paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas as palavras nunca vão me ferir”, diz um poema infantil. Porém, muitas crianças se desfazem em lágrimas diante de seus algozes. Como todos nós sabemos, esse ditado não expressa a verdade exatamente. As palavras podem machucar e machucam; muitas vezes por um longo período de tempo.

Pare um momento e tente se lembrar: quantas vezes na sua infância, você foi ferido por algo que alguém disse a seu respeito? E quantas vezes você atacou, ferindo outros, sem querer, simplesmente porque queria se defender?

À medida que alcançamos mais idade, ficamos mais maduros, aprendemos que é do Senhor que necessitamos para nos defender, não de nós mesmos. “Nunca procurem vingar-se”, lemos em Romanos 12:19, “mas dai lugar à ira; porque está escrito: A Mim me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor.”

A importância e o poder das palavras

As palavras são muito importantes para a comunicação. Alguma vez você já tentou ficar um dia inteiro sem falar? É muito difícil! Mas as palavras podem tanto curar como ferir, se não forem controladas pelo Espírito Santo.

Um dos meus livros preferidos da Bíblia é Provérbios porque é muito prático e verdadeiro. Por exemplo, Provérbios 12 está repleto de gemas como: “Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura” (v. 18); “O Senhor odeia os lábios mentirosos, mas Se deleita com os que falam a verdade” (v. 22); “O homem prudente não alardeia o seu conhecimento, mas o coração dos tolos derrama insensatez” (v. 23).

Essas não são apenas palavras de sabedoria, mas encerram promessas, como: “Aquele que cobre uma ofensa promove amor, mas quem a lança em rosto separa bons amigos” (Pv 17:9); “Quem tem conhecimento é comedido no falar, e quem tem entendimento é de espírito sereno. Até o insensato passará por sábio, se ficar quieto, e, se contiver a língua, parecerá que tem discernimento” (Pv 17:27, 28).

O livro de Provérbios frequentemente liga sabedoria à compaixão, e nos incentiva a não seguir nossa inclinação natural, como: “O tolo dá vazão à sua ira, mas o sábio domina-se” (Pv 29:11); “O homem paciente dá prova de grande entendimento, mas o precipitado revela insensatez” (Pv 14:29); “Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber. Fazendo isso, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele, e o Senhor recompensará você” (Pv 25:21, 22).

Provérbios e o Sermão da Montanha

Nas bem-aventuranças, Jesus nos mostra que, se seguirmos a sabedoria celestial seremos abençoados, e nos incentiva a ter um relacionamento gentil com as pessoas: “Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança […] Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia […] Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mt 5: 5, 7, 9).

Sabedoria e compaixão andam de mãos dadas. Conta-se a história de um homem que estava morrendo sozinho em um hospital do Brooklin, Nova Iorque. Ele pediu que chamassem o filho que estava trabalhando no estado da Carolina do Norte, a mais de 800 quilômetros. O jovem foi e passou a noite toda sentado, segurando a mão do homem que morria. Aquele senhor idoso morreu em paz. Ele não soube que o hospital se enganou ao fazer o contato. Assim que o jovem entrou no quarto aquela noite, percebeu que a pessoa deitada na cama não era seu pai. No entanto, em vez de virar as costas e ir embora, ou dizer algo desagradável, ele teve compaixão, e quis confortar o velhinho nas suas últimas horas de vida.

Como cristãos, somos chamados a ser como Jesus: tudo o que dizemos ou fazemos precisa ser suavizado pela orientação de Deus. É-nos dito que “a religião de Cristo abranda quanto há de duro e rude num temperamento, e suaviza tudo que é áspero e escabroso nas maneiras. Torna brandas as palavras e atraente a conduta. Aprendamos de Cristo a maneira de harmonizar o alto sentimento de pureza e integridade com a disposição feliz. O cristão bondoso, cortês, é o mais poderoso argumento que se pode apresentar em favor do cristianismo.”

Filtro da graça de Deus

Na cultura de hoje, a mídia social é muito difundida em muitas regiões desenvolvidas,e quase instantaneamente. É tão fácil responder, imediatamente, a algo que nos incomodou no Tweeter, Facebook, algum site da Internet, blog, ou em um e-mail que recebemos. Você está longe da pessoa e tudo o que vê são apenas algumas letras na tela. Mas o Senhor nos pede que passemos tudo: todo pensamento, toda resposta, através do filtro da Sua graça.

O fato de vivermos em uma época incrivelmente digital torna as conversas interpessoais ainda mais importantes, e é vital que peçamos a orientação de Deus ao falarmos. Às vezes, tenho que me policiar ao responder sobre algo, pois minha maneira de responder pode me parecer calma, mas para os outros pode soar alterada. Até a inflexão da voz, ou entonação, ou nossa maneira de falar, pode machucar as pessoas, ou torná-las reativas (veja Conselhos para a Igreja, p. 178).

Paz celestial e tato cristão

Com a aproximação da sessão da Associação Geral, é muito importante que consideremos o sábio conselho para que oremos pelos cerca de 2.700 delegados que terão voz e voto. Essas vozes precisam ser usadas para glorificar a Deus, mesmo nas discussões em que houver diferenças. Estamos sinceramente pedindo que todos os membros da igreja orem para que Deus coloque a divina unção em nossos lábios, e em nossas atitudes haja a paz celestial. Que predomine a atitude cristã e respeitosa de uns pelos outros, mesmo quando não concordamos.

Em preparação para o Concílio Anual de 2014, realizado em outubro passado, os líderes fizeram um apelo fervoroso para que todos falassem como Cristo falaria: “Nós, os líderes da Associação Geral e das Divisões, apelamos a todos os participantes do Concílio Anual a considerar uns aos outros como irmãos e irmãs em Cristo a despeito de algumas diferenças de opinião que possam ser evidentes em alguns assuntos. Pedimos respeito e humildade cristã entre nós, em nossas palavras e atividades durante esse Concílio Anual e depois dele.”

Louvamos a Deus, pois vimos o Espírito Santo Se movendo no coração das pessoas nos discursos e respostas no Concílio Anual de 2014. Damos glória a Deus por Sua presença, embora tivéssemos fortes diferenças de opinião.

Os líderes da Associação Geral e das divisões farão um apelo semelhante para a assembleia da AG, pedindo ao Senhor esse mesmo espírito cristão. Independentemente do resultado, o processo pode ser o maior testemunho ao mundo sobre o poder do Espírito Santo controlando nossa vida, e de como podemos abordar questões divergentes com um espírito cristão.

Não apenas cortesia política

Esse tato e graça cristãos não devem estar confinados simplesmente aos fóruns públicos: na verdade isso vem de casa. Com que tom de voz falamos com nosso cônjuge e nossos filhos? Somos insensíveis e exigentes, ou gentis e perdoadores? E em nosso local de trabalho, permitimos que as pressões provoquem respostas sucintas e desconectadas do recipiente humano? Ao telefone, estamos usando o tato cristão, e não apenas a cortesia política? Estamos realmente usando o tato cristão em nossa maneira de responder às pessoas em e-mails e outras formas de comunicação?

É importante lembrar a nós mesmos que, no momento em que as palavras saem de nossa boca, ou da ponta de nossos dedos, elas se vão para sempre e é quase impossível trazê-las de volta. Vale a pena orar e pensar três vezes antes de escrever algo que possa magoar alguém, ou dizer palavras que possam ferir.

Assim, quando estiver com seu discurso pronto, submeta sua mente e língua ao Senhor e deixe que Ele filtre o que você está prestes a dizer, dando respostas acuradas e importantes, mas de maneira cristã. “Jesus não suprimia sequer uma palavra da verdade, mas falava sempre com amor. Ele tinha tato e prestava bondosa atenção ao interagir com as pessoas. Nunca Se mostrava rude, jamais pronunciava uma palavra severa sem necessidade e evitava causar dor desnecessária a uma pessoa sensível.”

Ao vermos os eventos do mundo se ajustando para criar o último cenário profético, é muito importante que todos nós representemos nosso Senhor, pública e particularmente, com a atitude correta e um espírito gentil e humilde. Isso só acontecerá se mantivermos uma comunhão diária com Ele, pedindo ao Seu Espírito um reavivamento e reforma. Ao atravessarmos os eventos finais da história da Terra, que esteja escrito nos livros do Céu que cada de um de nós falou com convicção, mas com o tato e a gentileza de Cristo, tudo pelo poder do Espírito Santo que vive em nós.

Ted N.C. Wilson é presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ex-pastor de outra denominação transforma igreja em templo adventista

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A maior dificuldade que tinha era a de não trabalhar aos sábados. “No início parece um bicho de sete cabeças, mas quando começa a guardar a gente vê que é de Deus. Hoje o que mais me alegra é o sábado”, comemora a cabeleireira Divana Freitas.
Seis meses antes da série de estudos no bairro Nova Era, em Juiz de Fora, MG, Orlando de Freitas e Divana começaram a estudar a Bíblia com o sobrinho, que é adventista. Quando chegou na mensagem do sábado, a cabeleireira ficou incomodada com o que aprendera, pois o salão de beleza lotava nesse dia. “Eu perguntei para ele se eu podia ser adventista sem guardar o sábado. Ele virou pra mim e disse que não. A partir daí, fiquei três meses sem dormir, pois eu não aceitava o que tinha aprendido”, relembra.
Após três meses de estudos com o sobrinho, o casal ficou sabendo que adventistas iriam estudar o Apocalipse durante 15 dias no bairro. Freitas, que era pastor de uma igreja evangélica, fechou sua igreja e direcionou os membros ao local de pregação.
Eles concluíram os estudos no dia 7 de junho deste ano e Divana começou a guardar o sábado, acompanhando seu esposo que já observava este dia desde quando estudou com o sobrinho. Para demonstrar a mudança de vida de forma pública, o casal foi batizado no sábado, 6 de setembro, na igreja adventista central de Juiz de Fora.

Olhando tudo o que aconteceu, Divana percebe que a Bíblia é um guia para a vida de quem quer entender a vontade de Deus. “A mensagem não é difícil de entender, é claríssima, mas o inimigo é que nos impede de fazer a vontade de Deus”, pontua. [ASN, Vanessa Lemes]No mesmo dia pela manhã, foi realizada uma Escola Sabatina no antigo local onde funcionava a igreja evangélica de Freitas, mas, que agora, ganhou a placa da Igreja Adventista do Sétimo Dia. No domingo, 7 de setembro, o primeiro culto foi realizado no ambiente, onde os membros da outra denominação participam das reuniões.

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Sobre o Autor:

Jair Gomes Silva é aluno do curso de Teologia da Faculdade Adventista da Amazônia. Tem grande interece pela área da teologia histórica. Ama fazer evangelismos e ganhar almas para Cristo.

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