"E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará" - Jo 8:32

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Ter filhos transforma o cérebro das mulheres

Mais evidências de que homens e mulheres não são intercambiáveis

Homens e mulheres são tão diferentes assim? A resposta presumida por muitos de nossa cultura é “não”. Mas qualquer mulher que já teve um bebê pensa diferente. A ideia, inserida em nossa cultura por força da revolução sexual, de que homens e mulheres são basicamente iguais, com muito poucas diferenças externas, é agora amplamente considerada correta. O que eu chamo de movimento “revisionista de gênero” está a todo vapor. Alguns pais estão agora tentando até criar seus bebês como “theybies” [termo em inglês que junta o pronome eles/elas, porém sem definir o gênero, ao substantivo bebês], o que significa não “atribuir” um gênero masculino ou feminino a seus filhos até que eles tenham idade suficiente para escolher por si próprios.

O problema com a nova onda de gênero é que a ciência continua nos relembrando de que homens e mulheres são profundamente diferentes. E que devemos ser gratos por isso. Uma recente pesquina no Boston Globe ressaltou o quão visível é essa diferença em nível neurológico. Utilizando moderna tecnologia de imagem, pesquisadores conseguem observar o cérebro de grávidas e mães recentes, e testemunhar as mudanças de vida ímpares que ocorrem.

Essa extraordinária nova “descoberta” não é tida como surpresa por mulheres que experimentaram a gravidez. Chelsea Conaboy, por exemplo, confessou no artigo do Globe que sua tendência de ser preocupada em demasia aumentou muito após ter seu filho. Claro, para algumas mulheres, essas mudanças podem ser extremas e levar à depressão, e requerem tratamento. Mas para a vasta maioria a metamorfose da maternidade é saudável e essencial. Ela ajuda a moldar mulheres, como explica Conaboy, de forma mais “impetuosamente protetora, motivadas”, cuidadoras, “focadas na... sobrevivência do bebê e no bem-estar de longo prazo”.

Estamos agora descobrindo que o que está na origem dessa transformação é uma reestruturação radical do cérebro, que ocorre em praticamente todas as mulheres quando elas se tornam mães. Chamar a maternidade de um “grande evento” para a mãe é usar o termo atenuado do século. Mas a pesquisadora da Universidade de Rennes Jodi Pawluski esclarece que é também um “grande evento” para o cérebro.

Um artigo de 2016 publicado na Nature detalha como imagens do cérebro têm revelado mudanças dramáticas no volume de massa cinzenta em cérebros de mães recentes. Essas mudanças estão concentradas em regiões envolvidas em interação social e “teoria da mente”, que é a habilidade mental de “se colocar no lugar de outras pessoas”. Em outras palavras, o cérebro de mães recentes literalmente se reconfigura no sentido da empatia e da compreensão.

O grande aumento de hormônios associados com a gravidez e o nascimento parece disparar essas mudanças, e pode até equipar as mulheres para suportar melhor a privação do sono e as multitarefas que sempre acompanham o pequeno novo pacote de alegria.

Essa incrível transformação faz mais do que apenas manter o bebê seguro. De acordo com a neurocientista israelense Ruth Feldman, ela molda o cérebro do recém-nascido também. O conjunto de circuitos neurológicos básicos que nosso cérebro desenvolve quando nossas mães nos seguram e beijam pela primeira vez é o mesmo conjunto que posteriormente se “reconfigura” para nos conectar com amigos, esposa, e mesmo com companheiros de times esportivos. Nós literalmente carregamos as marcas do amor de nossas mães conosco por onde quer que andemos, pelo resto da vida.

Homens não experimentam essa renovação cerebral automática, induzida pelo nascimento. Ao invés disso, pesquisas sugerem que o cérebro dos pais é alterado por outra coisa: envolvimento. Quanto mais tempo um pai gasta cuidando do filho, “mais ativa se torna a rede parental em seu cérebro”. Enquanto os cérebros maternos se reconfiguram automaticamente, pais devem escolher moldar a si mesmos como pais protetores e cuidadores.

A neurociência moderna simplesmente não sustenta a ideia de dois sexos intercambiáveis e indistinguíveis que podem ser combinados de qualquer forma que quisermos. Ao invés disso, estamos tendo uma visão mais clara de dois sexos fundamentalmente diferentes, complementares, projetados para atuar em papéis exclusivos.

E agora que vemos o cérebro de mães em ressonâncias magnéticas, a imagem está mais clara do que nunca. Obrigado, mãe!

(The Christian Post, com tradução de Leonardo Serafim)

Fonte: Criacionismo 
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Meditação diária para 2019 apresenta histórias de pessoas e instituições marcadas pela esperança

Meditação, em português, já está disponível (Foto: Casa Publicadora Brasileira)
Há histórias que naturalmente inspiram esperança quando são contadas, ouvidas ou lidas. Mesmo quando parecem, em um primeiro momento, transmitir a ideia de tragédia. Uma delas remonta ao ano de 1910. Nessa época, o casal de pioneiros adventistas, pastor Ignacio Kalbermatter e sua esposa, Cecilia, atuava em um distrito pastoral que abrangia todo o país do Paraguai. Uma perda, no entanto, abalou fortemente o casal. Foi a morte do filho, Ismael, com um ano e oito meses de idade. A outra perda foi algum tempo depois, quando serviam a Igreja Adventista na Bolívia: a filha de nove meses se sufocou com uma fralda.
O inusitado é que, muito tempo depois, o neto desse casal, o pastor jubilado Ignácio Kalbermatter (mesmo nome do avô) foi o presidente da denominação no Paraguai. E, no final de 2017, seu filho, Hiram Kalbermatter (bisneto de Ignacio e Cecilia), tornou-se presidente da Igreja Adventista na Bolívia. Nos dois países, onde perdas irreparáveis ocorreram, dois descendentes dos pioneiros deram sequência ao trabalho da organização.
Essa história mostra que, apesar das tragédias, existe esperança no futuro, e é uma das centenas escritas pelo pastor Erton Köhler, líder sul-americano adventista, autor da reflexão Meditações Diárias de 2019, produto da Casa Publicadora Brasileira. O material é produzido em português desde 1953 e, um ano antes, começou a ser difundido em espanhol. Consiste em breves textos para leitura e meditação diários com aplicações bíblicas a respeito de temas diversos, ideais para momento de comunhão com Deus. Köhler escolheu a temática da esperança.
Inspiração
Hoje, meditações como a escrita pelo presidente da Igreja Adventista na América do Sul chegam a 67 países e possuem basicamente dois tipos de autoria: líderes e escritores adventistas reconhecidos no mundo e meditações de trechos selecionados dos escritos da cofundadora da organização, Ellen White.
Pela primeira vez, o mesmo autor da meditação em português será autor do material escrito traduzido e adaptado ao espanhol, cuja produção está a cargo da editora adventista Asociación Casa Editora Sudamericana (ACES), localizada na Argentina. Aliás, o próprio diretor-geral dessa editora, Gabriel Cesano, é mencionado em uma das histórias, também ligada à esperança, entre as reflexões registradas pelo pastor Erton Köhler.
O autor da meditação de 2019 escreveu sobre o relato de conversão de Cesano e sua família, começando por sua mãe, Hana, que, com 12 anos de idade, mudou-se da República Tcheca para a Argentina. Em 1984, já com 33 anos, enfrentava uma dura luta para criar três filhos e sentia que precisava de Deus e de uma igreja. Foi, então, visitada por um colportor que lhe vendeu uma grande Bíblia ilustrada, além de dois outros livros. Estudou a Bíblia posteriormente e foi batizada. Com dificuldades, conseguiu que os filhos estudassem em escolas adventistas. Um deles se tornou pastor e hoje dirige a editora de onde saíram os livros que foram importantes para sua família se tornar adventista.
Vídeo promocional sobre a meditação:
Processo meticuloso
Para Köhler, esse é o tipo de inspiração que ele espera produzir na mente dos leitores do material. O líder adventista explica que ficou sabendo há cerca de quatro anos que teria a incumbência de escrever a meditação.
A partir desse momento, passou a selecionar textos bíblicos, histórias inspiradoras e rascunhou estruturas básicas. “Procurei coletar relatos marcantes de missionários, de hinos e mesclei com aplicações bíblicas, além de experiências pessoais também. Tive a ajuda de alguns amigos com a pesquisa. Alguns textos levaram até uma hora para ser escritos e, outros, devido à complexidade dos dados pesquisados, sete horas”, comenta o autor.
A redação começou a ser propriamente desenvolvida em fevereiro de 2018, especificamente no feriado prolongado de Carnaval. O material completo foi concluído em julho, mas, à medida que os textos ficavam prontos, eram remetidos aos editores da Casa Publicadora Brasileira, encarregados de dar o formato final.
A primeira tiragem em português é de 93 mil exemplares, mas expectativa é ultrapassar 100 mil. Em espanhol, a tiragem chega a 35 mil exemplares, segundo estimativa da ACES.  Em português, o livro pode ser adquirido no site da Casa Publicadora Brasileira.
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Diálogo pode ajudar a diminuir índices de suicídio

Em todo o mundo, ações buscam diminuir os índices de suicídio (Foto: Loma Linda University News)
Melissa J. Pereau é apaixonada por ajudar as pessoas durante períodos críticos em suas vidas, sendo esse o motivo porque ela passa os dias trabalhando com pacientes que pensam em cometer suicídio ou que já o tentaram. Como diretora médica e psiquiatra no Centro de Medicina Comportamental da Universidade de Loma Linda, ela é diariamente confrontada com a realidade do suicídio e de como esse tópico, dentre outros sobre saúde mental, de alguma forma, afeta cada comunidade.
A despeito da prevalência de questões de saúde mental, as tentativas de discutir o tema são muitas vezes rejeitadas devido à sensibilidade que o cerca. Embora o elevado perfil de suicídios recentes nos Estados Unidos tenha suscitado questões que levaram os indivíduos a confrontarem diretamente a questão, o problema é mais amplo.
A taxa de suicídios nos EUA aumentou em 30% desde a metade da década de 1990, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. Na média, ocorrem 123 suicídios por dia no país, de acordo com a Fundação Americana para Prevenção do Suicídio.
Conscientização
No Brasil, um dos esforços para diminuir os índices nacionais vem do Centro de Valorização da Vida (CVV), entidade que atua de forma voluntária em território nacional há 56 anos. De acordo com a instituição, 30 brasileiros cometem suicídio diariamente. Uma das formas de levar o assunto para um debate mais amplo acontece através da campanha Setembro Amarelo.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia em oito países da América do Sul também está envolvida com a prevenção do suicídio. Neste ano, o projeto Quebrando o Silênciotrata justamente deste tema, com conteúdos de orientação e apoio para quem pensa em suicídio e para familiares que precisam lidar com a dor da perda.
O trabalho de Melissa com os pacientes e seus grupos de apoio a motivaram a ser uma voz em favor da conscientização sobre a saúde mental. Seu trabalho na Universidade de Loma Linda, uma instituição adventista do sétimo dia em Loma Linda, Califórnia, Estados Unidos, a expôs a muitos questionamentos dos pacientes, de seus amigos e familiares a respeito da saúde mental e do suicídio. Ela aceitou participar de uma entrevista para discutir as questões de saúde mental, incluindo a busca de apoio, ajuda e ferramentas para o enfrentamento. A seguir, alguns trechos dessa entrevista:
Como um amigo ou familiar de alguém que sofre com questões de saúde mental pode falar com a pessoa de forma não prejudicial?
Certifique-se de não abordar a pessoa de forma crítica. Converse com a disposição de mostrar a sua própria vulnerabilidade e debilidade. Introduzir um ambiente amoroso e atencioso pode ajudá-lo melhor a falar sobre os pensamentos de suicídio ou dos sentimentos de depressão e ansiedade. 
Se alguém evita buscar ajuda médica porque acredita que receberá um temido diagnóstico, como ajudar a amenizar o medo de ser rotulado? 
Alguém que não deseja se consultar com um profissional de saúde mental porque teme ser rotulado com “doença mental” faz sentido, mas não contribui para a raiz do problema. É o mesmo que não se consultar por temer ser rotulado como diabético. Significa que você segue com a doença. Significa que você ainda necessita de ajuda e é importante que você obtenha a ajuda necessária. 
E o que dizer se as circunstâncias de alguém contribuem em muito para sua dor emocional? Como ela pode saber o que causou sua situação e a que se deve a doença mental subjacente? 
As circunstâncias da vida podem, definitivamente, contribuir para pensamentos suicidas e a pessoa pode ficar enredada e isolada por essas circunstâncias. Receber apoio e ter pessoas a quem recorrer é o mais importante nessas situações. Não estar só pode ajudar em ambas as situações, quer sofrendo de doença ou circunstâncias mentais.
Há palavras ou frases que você aconselha que as pessoas não usem quando falam a respeito de saúde mental? 
É importante não mencionar coisas que levem ao sensacionalismo da doença mental, da saúde mental, detalhes de suicídio ou detalhes da doença. Essas coisas podem ser grandes desencadeadores. Antes, pergunte à pessoa com o que ela está lutando ou o que lhe está causando a dor. Esse tipo de pergunta provê muito mais conforto do que partir para detalhes.
O que é avaliação de saúde mental? 
A avaliação pode ser feita de diversas formas e analisa os estressores contínuos atuais e as formas de lidar com esses estressores. Algumas vezes considera as experiências prévias de vida, mas, com frequência, avalia as experiências diárias e o quão distante você pode estar de seu parâmetro ideal. Você pode conversar com um psiquiatra, psicólogo, assistente social, conselheiro ou até mesmo com seu médico.
Os pacientes deveriam ter medo de que os antidepressivos ou medicação psiquiátrica irão mudá-los como indivíduos? 
As medicações que tratam doenças mentais não se destinam a transformá-lo em uma pessoa diferente. Elas o ajudarão a voltar a ser o que era antes da doença. Muitas vezes, as pessoas temem dar o tempo suficiente para a medicação fazer efeito. Alguns antidepressivos podem levar até seis semanas ou mais para funcionar; portanto, converse com seu médico para saber o que esperar.
Para alguém com doença mental, o que é melhor: ser tratado com medicação ou fazer terapia? 
A melhor estratégia de gerenciamento envolve medicação combinada com aconselhamento e terapias. Essa abordagem de tratamento da “pessoa como um todo” funciona ao levá-lo à raiz do problema e ao equilibrar a química do cérebro.
Como uma pessoa pode começar a lidar com o suicídio de um ente querido?
Permanecer envolvida com outra pessoa, seja participando de um grupo de apoio ou de um pequeno grupo de pessoas de sua confiança. Sempre haverá a tendência de se afastar dos outros, mas possibilidade de desencadear lembranças dolorosas sobre a perda é maior. Esforçar-se por se manter alimentado e por ter hábitos regulares de alimentação, além de fazer exercícios e descansar podem ajudar no alívio da dor.
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domingo, 2 de setembro de 2018

Um Cristão Pode Votar em Candidatos Marxistas?

Acista a esse serie de três vídeos do jornalista e professor Leandro Quadros sobre o assunto.








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sábado, 25 de agosto de 2018

Escolas particulares adotam livros didáticos da Casa Publicadora Brasileira

Desde que surgiu há mais de 120 anos em Curitiba, a Rede de Educação Adventista não parou de se expandir e figura atualmente entre as maiores redes de ensino privado do Brasil, com mais de 480 unidades. Diversos fatores são atribuídos a tal crescimento: educação cristã; modelo de gestão eficiente; tradição e ensino integral são alguns deles. A proposta pedagógica adotada trabalha as dimensões físicas, mentais e espirituais do estudante, com resultados comprovados por diversas gerações.
Além das escolas adventistas, há, também, um interesse de outros grupos educacionais em adotar a proposta pedagógica, que tem uma linha exclusiva de materiais didáticos desenvolvidos para atender às demandas da rede. A Casa Publicadora Brasileira (CPB), editora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, responsável por produzir os livros didáticos e paradidáticos para todos os níveis de ensino da educação básica, aumenta o atendimento a outros centros de ensino que optam por adotar o mesmo modelo.
“Atualmente atendemos 648 escolas, um número muito expressivo. Para se ter uma ideia, em nível comparativo, é uma quantidade maior do que toda a rede estadual do Espírito Santo, por exemplo. Dessas unidades, 164 são instituições que não fazem parte da rede adventista de ensino, mas que se identificam com nossa filosofia educacional. Essa é uma forma de divulgar os valores cristãos além dos limites das nossas escolas”, destaca Alexander Dutra, gerente da CPB Educacional.
Uma dessas unidades educacionais que utiliza o material didático adventista é a Escola do Pensar, em São Paulo (SP), que há mais de 30 anos educa seus cerca de 1.000 alunos com os livros da CPB Educacional em todos os níveis do ensino básico.  “Eu sempre fui muito exigente com o material didático e, de todos os que conheci, o da CPB é o melhor”, analisa Guy José Leite, diretor da instituição, que aponta a abordagem criacionista como grande diferencial da proposta.
Outra instituição que utiliza o material é o Colégio Portinari, de Boituva (SP). A escola oferece opções da educação infantil ao ensino fundamental e, no processo de seleção dos títulos didáticos, “o que chamou a atenção foram os valores que o material da CPB proporciona, dando auxílio à educação”, argumenta Renata Marcondes, diretora administrativa da escola. Esse crescente interesse pelas propostas da CPB Educacional ajuda a levar a filosofia adventista de ensino a mais estudantes.
Construção de novas parcerias
Vídeo resume o trabalho com livros didáticos:
Uma das ações praticadas para aprimoramento didático e ampliação de negócios é o treinamento constante, a atualização de conteúdos e qualificação de colaboradores com as questões emergentes da educação. Por isso, foi realizado entre os dias 12 e 14 de agosto, no Hotel Bourbon Ibirapuera (São Paulo), o Encontro de Divulgadores. O evento reuniu representantes e interessados no material com intuito de analisar tópicos importantes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
“Um espaço como esse mostra quão antenados estamos com relação às mudanças que o governo vem propondo na educação como um todo, principalmente no que diz respeito à Base e os impactos que ela traz no dia a dia da escola, e lógico, nos nossos livros”, destaca Rerison Alfer Vasques, gerente assistente da CPB Educacional. Mara Solange, assistente administrativa do selo, complementa: “estamos levando um material completo, atualizado, moderno e que carrega os valores da educação adventista a milhares de estudantes”.
E são exatamente os valores cristãos que despertam o interesse de tantas instituições de ensino em todo o Brasil. “Ao ter contato com centros de ensino que utilizam nossa proposta, algo que me surpreendeu foi como as pessoas amam o nosso material. Falando da minha região, outra coisa que me chamou muita atenção é que quase 100% das escolas que atendo adota o livro de ensino religioso”, enaltece Elisângela Peixoto de Almeida Souza, divulgadora da CPB Educacional na Bahia.
A produção de livros didáticos adventistas foi iniciada há 35 anos, em 1983. Hoje são disponibilizados 102 títulos didáticos e 202 paradidáticos, o que resulta em quase 50 milhões de unidades impressas, que chegam a mais de 220 mil alunos em todos os estados do Brasil e, também, a nações como EUA, Argentina, Espanha e Coreia do Sul.
(Notícias Adventista)
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Quebrando o Silêncio: Campanha pede mais diálogo para prevenção do suicídio

Que o suicídio é um assunto preocupante, disso praticamente ninguém discorda. Mas o tema tem se tornado ainda mais grave quando se pensa nos jovens. Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, 800 mil pessoas cometeram suicídio em 2015. Isso equivale a um caso a cada 40 segundos. A maioria deles envolve jovens entre 15 e 29 anos, sendo a segunda maior causa de mortes nesta faixa etária.
Psicólogos ressaltam que 80% desses indivíduos enviam sinais em busca de ajuda, e que 90% dos casos poderiam ser evitados com mais atenção por parte de pessoas próximas e ações de prevenção mais efetivas. Para atender a essa necessidade, acontece neste sábado (25) o projeto Quebrando o Silêncio, iniciativa da Igreja Adventista mundial, de cunho educativo, que desde 2002 promove ações contra a violência e em favor da vida.
O suicídio foi eleito tema do ano considerando-se o crescente índice de casos pelo mundo. No sábado, igrejas adventistas em todo o Brasil realizarão palestras e passeatas para conscientização e prevenção do problema, além de feiras com atendimento psicológico gratuito.
Dentre os materiais da campanha, a revista Quebrando o Silêncio traz artigos em diversas perspectivas sobre o tema; os mais de 900 mil exemplares impressos serão distribuídos para a população, além de ser disponibilizada uma versão digital.
Para participar de alguma das ações basta procurar uma igreja adventista próxima por meio do site encontreumaigreja.com.br
Informações e materiais da campanha estão no site quebrandoosilencio.org
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domingo, 19 de agosto de 2018

A Cidade que não tem Cemitério

Resultado de imagem para nova jerusalém celestial

Quando eu tinha uns 9 anos, fiz uma viagem – a minha primeira e grande viagem – e me dirigi com a minha mãe para a cidade de Montenegro, no RS, onde estudei num internato por 6 anos. Era uma cidade atrativa, lindas paisagens, e havia como até hoje uma grande e elevada montanha que adornava aquela cidade. Mas aquela cidade tinha um lugar triste chamado cemitério.

Aos 15 anos já com o diploma do curso ginasial ou fundamental, minha mãe me colocou num ônibus, eu não tinha experiência com viagens muito longas, e depois de uns dias cheguei à cidade de S. Paulo, conheci a grande metrópole, o seu movimento, os grandes arranha-céus, mas logo descobri que S. Paulo tinha cemitério, e não somente um, mas muitos cemitérios.

Daí para frente, conheci muitas outras cidades, cidades famosas, grandes capitais, como Brasília, Recife, Belém, Manaus, Salvador; conheci muitas cidades da Bahia, de norte a sul: Alagoinhas, Itabuna, Floresta Azul; conheci a cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, com suas praias maravilhosas, com seus lindos atrativos turísticos, com o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor.

Mas sabe o que eu ainda não encontrei? Uma cidade que não tem cemitérios. Ando à procura de uma cidade que não tenha cemitérios; eu ainda não achei. Você já encontrou? Pode me falar que eu quero conhecer.

Hoje eu quero falar a você de uma Cidade que não tem cemitério nenhum, a cidade dos meus sonhos.

O patriarca Abraão – ele era o pai da fé e pai de todos os que crêem nas promessas de Deus, e ele andava como um peregrino aqui nesta Terra, e andava mesmo sem saber aonde ia, mas procurava uma cidade sem cemitério, porque "aguardava a Cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador." (Heb. 11:10)

Com efeito, a Cidade que Deus nos preparou, a Cidade de ouro e cristal não terá cemitérios. Lemos em:
Apoc. 21:2-4 – "E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas."

Todos quantos entrarem pelas portas da Cidade de Jerusalém celeste nunca mais verão a morte, porque a morte já não existirá, porque nesta Cidade não haverá cemitérios, já não haverá luto: ninguém vai se vestir de preto, mas de vestes brancas, que são símbolo de vitória.

O apóstolo Paulo escreve sobre essa inexcedível vitória. Notem as sua palavras em: I Cor. 15:54, 55 – "Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?"

Quando o almirante Nelson travou a batalha contra a esquadra francesa, no rio Nilo, o almirante Nelson abateu os seus inimigos franceses numa derrota esmagadora, e ele impressionado com isso, disse: "A palavra vitória não é suficientemente grande para descrever o importante acontecimento." (MM, 1966,14).

Quando o Senhor Jesus Cristo vier na Sua glória e majestade, quando Ele chamar os mortos e transformar os vivos, "quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade", então a palavra vitória será pequena demais para descrever o acontecimento.

E quando todos os justos de todos os tempos se reunirem numa grande e inumerável multidão, e atravessarem os portais da Cidade Eterna, a Cidade que não tem cemitérios, então a palavra vitória não será suficientemente grande para descrever a ocorrência.

É por isso que S. Paulo disse noutra parte que nós somos mais do que vencedores por Aquele que nos amou. É uma vitória tão grande, é uma super vitória, é algo tão maravilhoso que a língua humana não poderá jamais descrever. Porque: "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano, o que Deus tem preparado para aqueles que O amam." (I Cor. 2:9).

I – DESCRIÇÃO DA CIDADE 
Mas como será a Cidade Eterna, como será a Cidade que não tem cemitérios?

1) A Bíblia diz que a Nova Jerusalém será construída de ouro puro, semelhante a vidro límpido. (Apoc. 21:18). Portanto, será uma cidade muito rica. Os homens que a contemplarem nunca viram tanto ouro na sua vida. A visão da Cidade de Ouro parece vidro cristalino.

2) A Bíblia diz ainda que a cidade terá a glória de Deus; e por isso, o seu fulgor, o seu brilho será semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina. (21:11).
E se a Cidade terá a glória de Deus, não precisa nem do Sol nem da Lua para lhe darem claridade. A refulgente glória de Jesus Cristo será a lâmpada fará iluminar a cidade de cristal (21:23). Ele é chamado o Sol da Justiça, e o Seu fulgor encherá toda a Cidade.

3) A Bíblia diz, em 3º lugar, que a Cidade não terá santuário, e dá uma razão lógica: porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro, Jesus Cristo.
O santuário terrestre era símbolo do lugar da habitação de Deus. Por causa do seu pecado, Adão e Eva foram expulsos da presença de Deus. Quando, porém, o pecado for removido, a igreja será de novo capaz de habitar na Sua presença, e nenhuma estrutura será necessária para simbolizar a habitação de Deus.

4) A Cidade de Jerusalém celestial estará adornada também de todos os tipos de pedras preciosas, lindas, raras, jamais vistas pelos mortais.
Haverá 12 portas nos muros da Cidade, e cada porta será feita de pérola, cada uma das 12 portas será uma só pérola.
A praça central da Cidade é de ouro, semelhante a vidro transparente. (21:21).

5) O trono de Deus estará no centro da Cidade eterna, e do trono sai o rio da água da vida, brilhante como cristal, e de uma a outra margem desse rio, está a árvore da vida, que produz 12 espécies de fruto, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore terão valor de preservar a saúde dos povos. Todos quantos beberem da água da vida, todos que comerem do fruto da árvore da vida participarão da vida eterna, uma vida que se compara com a vida de Deus.

De uma lua nova a outra – de mês em mês – os remidos visitarão a Cidade e comerão dos 12 tipos de frutos da árvore da vida, e beberão a água cristalina.

E diz o profeta que de sábado em sábado virá toda a humanidade para adorar o Rei da glória, Jesus Cristo. Esse foi o dia que Ele criou para a nossa adoração a Deus, para que nós descansássemos de nossas atividades, nossos trabalhos, e nos dirigíssemos a um encontro com o nosso Criador, a fim de recebermos mais de Sua Santidade e Perfeição. E isso continuará por toda a eternidade, lá nos Céus (Isa. 66:23).

Certa vez uma menina estava passeando com o seu pai, era noite, uma noite estrelada, e a menina olhou para aquele céu estrelado, e ficou tão encantada que disse: "Papai, se o céu é tão belo do lado de cá, como não será do outro lado!?"

Está é uma grande verdade: a Cidade Eterna, a habitação de Deus e do Seu povo será tão linda, o Céu dos céus será tão belo que a língua humana não tem palavras para descrever!

II – NOVOS CÉUS E NOVA TERRA 
Mas onde será localizada a Cidade celestial?

O apóstolo João disse que a viu descer do Céu à Terra (Apo. 21:2), e o profeta Zacarias disse que o monte das Oliveiras se dividirá ao meio, (Zac. 14:4) tornando-se numa grande planície para receber a Cidade eterna. Este mundo será transformado para receber a cidade celestial.

A) TEMOS A GLORIOSA A PROMESSA
O apóstolo Pedro nos lembra a promessa da transformação do nosso velho mundo, o que lemos em 2Ped. 3:13 – "Nós, porém, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça."
Deus prometeu, e é fiel Aquele que prometeu restaurar todas as coisas e renovar a nossa Terra.

B) COMO SERÁ A NOVA TERRA?
Como se tornará essa Terra, depois da transformação?
Ezeq. 36:35 – "E dirão (os remidos): Esta terra que estava assolada tem-se tornado como jardim do Éden; e as cidades solitárias, e assoladas, e destruídas, estão fortalecidas e habitadas."

A Bíblia diz que o fogo de Deus descerá do céu e purificará esse globo, eliminando pecado e pecadores, e então Ele fará surgir das cinzas desta Terra um maravilhoso Paraíso, no qual haverá justiça.

Um mundo completamente restaurado, todo florido, semelhante e até mais belo que o jardim do Éden. Os desertos serão revestidos de linda folhagem e encantadora vegetação, o ermo florescerá abundantemente como a rosa e o narciso (Isa. 35:1). Disse o profeta: "Florescerá (a Terra) abundantemente, jubilará de alegria e exultará; deu-se-lhes a glória do Líbano, o esplendor do Carmelo e de Sarom; eles (os justos) verão a glória do SENHOR, o esplendor do nosso Deus."

Ou seja, esta Terra será transformada no Céu, habitação do próprio Criador. Esta Terra renovada será "o Tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles." (Apo. 21:3). E como poderia ser diferente, se Ele deu o Seu próprio Filho Jesus Cristo, que por Sua vez nos ofereceu graciosamente a Sua gloriosa vida, morrendo por nós pecadores, derramando o Seu preciosíssimo sangue nesta Terra, e tornou-Se em nosso excelso Redentor e Salvador, resgatando este planeta por toda a eternidade? Não seria este planeta transformado no próprio Centro do Universo, tendo a Cruz de Cristo como o Seu mais poderoso argumento?

C) E AS CONDIÇÕES DE VIDA?
Como nós viveremos nessa Terra, nesse Paraíso, que terá também muitas cidades fortificadas e cuja capital será a Nova Jerusalém – sim, como viveremos?

1) A Bíblia diz que eterna alegria, felicidade imortal, e cada vez mais intensa será a sorte de todos quantos herdarem o Céu (Isa. 35:10).
Haverá felicidade completa, indizível; nós não veremos a dor, as lágrimas, o luto e a morte, e o sofrimento. O pecado, que é o causador de tudo isso, não mais erguerá a sua hedionda cabeça. "Não se levantará por duas vezes a angústia". (Naum 1:9). Haverá alegria, gozo, felicidade, exultação eterna.

2) Lá no Céu, nesta Terra renovada, nós teremos a feliz companhia de animais que serão lindos, mas não serão ferozes: o leão, o lobo, o leopardo, o elefante, e todas as belas criaturas de Deus. Eles serão os nossos companheiros no Céu; nós gostaremos de brincar com eles. (Isa. 11:6). Aqui está o ideal de Deus: beleza sem ferocidade, sem violência, mas plena harmonia em toda a Sua criação.

3) Nós sabemos que uma das condições de felicidade mesmo aqui nesta Terra é o trabalho. E lá no Céu nós também teremos atividade; Ninguém viverá em ociosidade. Os justos "edificarão casas", casas do mais caro e precioso material, "e nelas habitarão"; "plantarão vinhas, e comerão do seu fruto", e também de toda a espécie de árvores frutíferas (Isa. 65:21).

4) Também teremos estudo lá no Céu. Todos os remidos serão ensinados do Senhor Jesus, e toda a Terra se encherá do conhecimento de Deus, como as águas que cobrem o mar. (Isa. 54:13; 11:9).

Lá poderemos conhecer os mistérios do microcosmos e do macrocosmos, da Química, da Física, da Astronomia, e de todas as ciências, e particularmente da Ciência da salvação. Nossas faculdades espirituais se ampliarão cada vez mais, pelos séculos da eternidade, e o conhecimento de Deus nunca se esgotará. A Cruz do Calvário será a maior Ciência que ocupará a nossa atenção e será o mistério a ser estudado para todo o sempre.

5) Lá os santos conhecerão como eles são conhecidos. Lá nós poderemos nos reconhecer. Teremos o nosso nome, teremos a semelhança que nos possibilitará o reconhecimento (1Cor. 13:12). Lá nós veremos Abraão, Isaque, Jacó, e todos os patriarcas, profetas e apóstolos, e também o próprio Adão ao lado de Eva.
Lá nós reconheceremos os nossos familiares, mas a nossa maior alegria será reconhecer a Jesus Cristo, contemplar o nosso Salvador, Aquele mesmo que morreu por nossos pecados, que deu a Sua vida para que nós pudéssemos entrar na Cidade eterna.

APELO 
– Mamãe, – disse uma meninazinha – meu professor da classe bíblica me disse que este mundo é apenas um lugar em que Deus nos deixa viver por algum tempo, para que nos preparemos para um mundo melhor. Mas, mamãe, não vejo ninguém se preparando. Eu vejo a senhora aprontar-se para sair de férias, e a tia Elisa se preparando para vir passar uns tempos conosco. Mas não vejo ninguém aprontar-se para ir para lá. Por que não tratam de se aprontar? 

Quando morreu o patrão de Benjamim, disseram-lhe que ele havia partido para o Céu. Benjamim sacudiu a cabeça, dizendo:
– Receio que o patrão não foi para lá...
– Mas, por que, Benjamim? – perguntaram.
– Porque, quando o patrão ia para o interior, ele falava disso já muito tempo antes, e se aprontava. Mas eu nunca o ouvi falar acerca de ir para o Céu; nunca vi que ele se preparasse para o Céu.
Meu amigo, eu estou fazendo planos para estar lá; eu desejo muito as moradas eternas. Já dei a minha vida para o serviço de Deus.
Você gostaria de entrar lá?
– "Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas", a Cidade que não tem cemitérios, porque abriga redimidos enquanto o eterno Deus existir. (Apoc. 22:14).


Feito por:
PR. ROBERTO BIAGINI Teólogo, Mestre em Teologia. Realizou vários cursos de Extensão Teológica da Andrews University e do Centro de Educação Contínua da DSA. Trabalhou como distrital de várias igrejas do centro, norte e sul do país. É casado com a Profª. Silvane Luckow Biagini, e tem dois filhos, Ângela e Roberto.
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sábado, 18 de agosto de 2018

Em novo documentário, reconhecido cientista compartilha razões para sua fé

John Walton, professor de química da Universidade de St. Andrews, especialista em radicais livres, durante entrevista para o último episódio da série patrocinada pelo Instituto de Pesquisa de Geociências (Foto: Reprodução)
John Walton, professor de química da Universidade de St. Andrews, especialista em radicais livres, durante entrevista para o último episódio da série patrocinada pelo Instituto de Pesquisa de Geociências (Foto: Reprodução)
Um novo documentário, com o professor de química da Universidade de St. Andrews, John Walton, destaca a visão de um reconhecido cientista sobre as origens da vida.
Se você já ouviu falar de “radicais livres”, então sabe algo sobre o trabalho de Walton, professor universidade escocesa. Seu trabalho se concentra não apenas nas reações químicas destrutivas que vêm à mente quando a maioria das pessoas pensa em radicais livres, mas também em seus efeitos positivos. Ele também estuda o potencial dos radicais livres na química industrial e ambiental.
Os especialistas disseram que o que se sabe sobre os radicais livres por causa da pesquisa de Walton e outros químicos também pode ajudar a compreender como a vida surgiu.
Baseado em sua vida como cientista e na pesquisa que fez, o que Walton acredita ser a explicação mais razoável da origem da vida? Esse é o tema de um novo episódio de 22 minutos da série Seeking Understanding, disponível em inglês no site do Instituto de Pesquisa de Geociências.
Reforço para a fé
O diretor de comunicação da Igreja Adventista para parte da Europa e países nórdicos, Victor Hulbert, organizou uma exibição prévia desse episódio de Seeking Understanding no Newbold College of Higher Education em Binfield, Inglaterra.
“Tivemos presente um público desafiador e curioso”, explicou Hulbert no final da pré-estreia. “A juventude cristã hoje quer entender a fé e as origens, e precisa ouvir como cientistas de ponta como Walton desenvolveram seu senso de admiração pela criação de Deus.”
Hulbert acredita que um filme como esse é crucial, especialmente para os jovens e acadêmicos. “No mundo moderno de hoje, onde as pressões do secularismo são imensas — tanto na educação quando na mídia — , filmes como este são essenciais para o desenvolvimento da fé de nossos jovens”, reforça.
“Não consigo pensar em um filme melhor para marcar três meses até o Sábado da Criação”, avalia Timothy Standish, cientista sênior no Instituto de Pesquisa de Geociências em Loma Linda, Califórnia. Standish é o produtor da série Seeking Understanding. O Sábado da Criação é um dia anual para os adventistas do sétimo dia em todo o mundo destacarem sua fé na visão bíblica das origens e da criação.
Cientistas adventistas, como Standish e outros, acreditam que filmes como o de Walton são poderosamente afirmadores da fé. “Nas mãos de pastores e leigos adventistas altamente treinados e dedicados, filmes sobre cientistas que acreditam na Bíblia constituem uma ferramenta formidável para apoiar a missão da Igreja onde Deus nos colocou como Suas testemunhas”, afirmam eles.

Fonte: Noticias Adventistas
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Voluntários criam escola técnica no interior do Amazonas

Voluntários ajudam a construir dormitórios e capela. Foto: Arjay Arellano – ADRA Internacional
À primeira vista, Nova Jerusalém não é diferente das incontáveis vilas que surgem nas ribanceiras do corredor labiríntico do Rio Amazonas, no Brasil. Assim como suas vilas vizinhas, o povo de Nova Jerusalém vive uma existência difícil entre as ribanceiras das águas dos remotos afluentes e as copas invasoras da densa floresta. Assim como suas vizinhas, as famílias dispersas dessa pequena comunidade não têm acesso a recursos como água potável, modernos cuidados de saúde e telecomunicações.
Mas Nova Jerusalém é diferente das outras incontáveis vilas do estado do Amazonas. A área distante na qual a comunidade foi construída não é mais apenas uma selva e casas dispersas. Graças ao novo complexo escolar construído à margem do rio, essas famílias têm uma porta aberta para um mundo muito além da floresta.
De 8 a 22 de julho, mais de 80 alunos de seis universidades adventistas na América do Norte se uniram a 100 outros estudantes voluntários do Centro Universitário Adventista de São Paulo, Brasil, para a viagem inaugural da ADRA Connections Extreme.

Escola técnica adventista de Massauari
A Escola Técnica Adventista de Massauari (ETAM) começou com um sonho tão remoto quanto a comunidade da floresta na qual ela foi estabelecida. Quando Daniel e Naissen Fernandes, ambos enfermeiros, mudaram-se para Nova Jerusalém como missionários médicos eles pensavam apenas construir uma clínica e desenvolverem um sistema de saúde confiável, embora rudimentar. Em três anos, eles fizeram exatamente isso.
“E agora, irmãos, o que deve ser construído a seguir?”, lembra Daniel de ter perguntado aos anciãos da comunidade,
Quando os líderes adventistas locais pediram uma escola para sua comunidade, Daniel sabia que as possibilidades de sucesso eram poucas.
“Esse foi o começo do sonho”, disse ele.
A jornada para construir uma escola tomou forma primeiro com a ajuda de vários grupos missionários brasileiros e a generosidade de um arquiteto. Quando Rolf Maier visitou Nova Jerusalém, em 2014, como voluntário de uma viagem missionária, tomou conhecimento do sonho de Daniel de construir uma escola. O arquiteto inicialmente estava cético, mas, ao conhecer mais sobre o potencial para a educação, decidiu apoiar a visão de Daniel.
Ao término de sua viagem, Rolf se ofereceu para desenvolver os planos necessários para construir a escola dos sonhos de Daniel.
“Eu projetei um complexo que poderia ser construído à medida que os recursos chegassem e à medida que as missões”, disse sobre suas plantas arquitetônicas.
Nos quatro anos seguintes, foi exatamente isso o que aconteceu. Cada estágio do projeto foi atendido com o aumento do apoio dos doadores e dos voluntários de todas as partes do Brasil, incluindo a compra de uma propriedade suficientemente grande para abrigar todo um complexo educacional, com o apelo bem-sucedido feito aos voluntários de curto e longo prazo como trabalhadores e professores e com a rede cada vez mais ampla de apoio além das fronteiras brasileiras.
ADRA Connections
Quando a notícia da Escola Técnica Adventista de Massauari chegou à ADRA Connections, o braço voluntário da ADRA Internacional (agência humanitária adventista), ela ganhou uma exposição sem precedentes.
“A ADRA Connections destina-se a mostrar às pessoas nos Estados Unidos toda a grande obra que está sendo realizada na América Latina”, disse Adam Wamack, gerente da ADRA Connections. “A escola em Nova Jerusalém foi uma excelente oportunidade para se envolver com nossas universidades e apoiar a obra de nossa família brasileira”, comenta.
Wamack viu esse projeto como uma oportunidade para lançar a ADRA Connections Extreme, uma experiência missionária intensa para aqueles que buscam uma profunda imersão no trabalho voluntário e na conexão com a comunidade.
“São 30 horas de barco pelo Amazonas, e, quando você chega lá, dorme em redes por duas semanas. A ADRA Connections Extreme não é para os fracos de coração”, disse Wamack.
Apesar da natureza extrema da viagem, os alunos de toda a América e do Brasil estavam ávidos por experimentar o trabalho missionário no coração do Amazonas. Ashton Hardin foi uma dos cinco alunos da Universidade La Sierra a participar da viagem. A capelã dos alunos e presidente do corpo estudantil da Universidade La Sierra viu a experiência missionária como uma ótima forma de se reconectar com sua fé e sua comunidade global, embora os desafios físicos parecessem assustadores.
Uma escola nova na floresta
Sonho de ter uma escola técnica encravada na floresta já era antigo. Foto: Arjay Arellano – ADRA Internacional
Ao término da viagem missionária de duas semanas, o trabalho árduo de voluntários como Ashton foi recompensado: o complexo com vários edifícios estava concluído. Onde antes havia apenas uma floresta, agora há um dormitório, um refeitório, salas de aula, uma biblioteca e casas para os professores voluntários.
Bianca Santo Costa é uma das professoras voluntárias. A recém-graduada no Centro Universitário Adventista de São Paulo visitou a vila pela primeira vez em 2014, quando a escola era um sonho distante. “Quem poderia imaginar que no meio do rio, em uma comunidade sem internet ou sinal de celular, haveria uma escola tão maravilhosa quanto esta, construída inteiramente com doações e viagens missionárias?”, comenta.
As crianças já estão entendendo que agora, pela primeira vez na vida, possuem um complexo escolar completo no qual aprender. Os 44 alunos da Escola Técnica Adventista de Massauari, com idades entre 5 e 14 anos, ganharam acesso a um mundo muito maior que o mundo de seus pais.
As crianças já estão começando a sonhar. “Eu quero ser advogada”, disse Nayla, 10 anos, de Nova Esperança, uma localidade a 30 minutos de barco de Nova Jerusalém. “Eu quero defender o povo.” “Eu quero ser médico, porque poderei cuidar das pessoas”, disse Josué, também de Nova Esperança. “Eu quero agradecer a todos vocês que ajudaram a construir nossa escola.”
Agora que há uma escola em Nova Jerusalém para incentivar os alunos como Nayla e Josué, a administração de Barreirinha, localidade vizinha, concordou em apoiar a comunidade.

Fonte: Notícias Adventistas
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Após conhecer brasileiro, refugiado venezuelano estuda a Bíblia e é batizado


O venezuelano Roberto Ruiz está no Brasil há quatro meses devido à crise econômica e política que seu país enfrenta. Lá, era funcionário público, mas devido ao desemprego, a falta de alimento e medicamentos, buscou refúgio em Boa Vista, capital de Roraima. Assim que chegou à cidade, conheceu um brasileiro que o ensinou mais sobre a Bíblia. Como resultado dos estudos, decidiu entregar publicamente sua vida a Cristo através do batismo, o que ocorreu durante a Caravana do Acenda, no dia 11 de agosto.
No total, 470 pessoas entraram nas águas batismais, sendo que, 130 destas eram venezuelanos. A caravana do Acenda a Esperança, conduzida pelo pastor Luís Gonçalves, evangelista da Igreja Adventista para oito países sul-americanos, também percorreu os municípios de Rorainópolis e Pacaraima.
“A nossa Venezuela tem enfrentado muitos problemas e a falta de esperança nos tira o brilho dos olhos e a certeza de dias melhores virão para a nossa pátria. Mas a minha nova fé me apresentou que logo toda a angústia, miséria e corrupção findará, quando Cristo Jesus voltar e nos levar para o céu. A partir daí uma nova esperança nasceu em meu coração!”, destaca Ruiz, emocionado.
Mulher é batizada durante o evento em Roraima
De acordo com o responsável pela Igreja Adventista no Amazonas e Roraima, pastor Wiglife Saraiva, a mensagem do evangelho é para todos. “Dentro do nosso território temos muitos grupos sociais e eles também são acolhidos pelos adventistas. Percebemos durante a nossa caravana no Estado de Roraima que muitos refugiados e indígenas tomaram a decisão pelo batismo. É o evangelho sendo propagado para toda a raça, língua e nação”, ressalta.
Para o orador oficial do evento itinerante, pastor Luís Gonçalves, participar deste movimento foi muito impactante. “O que vimos aqui nestes dias foi uma linda festa como resultado da atuação do Espírito Santo, que tem quebrado a barreira da cultura, do idioma e até do preconceito para que mais pessoas sejam salvas para o reino de Deus”, enfatiza.
Pastor Luís Gonçalves ora pelos participantes durante uma das reuniões
Mais de oito mil pessoas assistiram compareceram às reuniões. De acordo com Maria Aparecida, uma das participantes, foram momentos de decisão ao lado de Cristo para os que decidiram ser batizados e reafirmação da fé aos que já estão há mais tempo na caminhada cristã. “Foi muito emocionante ver tantas pessoas entregando suas vidas a Cristo. E para mim foi uma renovação espiritual. Onde pude reafirmar mais uma vez o meu compromisso com Cristo”, pontua.

Fonte: Notícias Adventistas
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Sobre o Autor:

Jair Gomes Silva é aluno do curso de Teologia da Faculdade Adventista da Amazônia. Tem grande interece pela área da teologia histórica. Ama fazer evangelismos e ganhar almas para Cristo.

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